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Tag "morte"Sessão Curta – MorteJá imaginou que um dia você iria se casar? E envelhecer juntinhos? E depois?
Bem.. depois que se envelhece juntos, resta morrer juntos! “Morte” – de José Roberto Torero – trata exatamente disto. Um casal de idosos (Laura Cardoso e Paulo José) inicia os preparativos para o funeral dos dois. Música, caixões, flores, etc. Porém, o mais dificil é ter que esperar a morte. O filme trata de um assunto aparentemente sério de forma bem humorada e a atuação dos atores veteranos é um caso a parte. É diversão garantida pra nossa sessão de curta de toda sexta-feira. Então, peguem suas pipocas e HAVE FUN! Morte – José Roberto Torero
até a próxima. Nós que aqui estamos por vós esperamos.Eu tenho muito tempo ocioso normalmente, nas férias o “normalmente” se torna “tempo integral”. Aí eu fico vagando por sites, lendo artigos, baixando filmes, etc. Tudo que a internet nos proporciona.
Nessa de baixar filmes inéditos e rever filmes antigos, resolvi re-assistir um filme muito interessante chamado “Nós que aqui estamos por vós esperamos” (Marcelo Masagão – 1999). O filme é um relato de como foi o século XX, porém de uma forma diferente. O filme não tem locutor, não tem depoimentos, conta histórias reais e ficticias, não tem uma história linear, em certos momentos sequer trilha sonora ele tem. Mas era isso mesmo que o o diretor queria na tentativa de fazer um paralelo de como a morte é banalizada e, por consequencia, a vida também. Marcelo Mansagão explica como veio a iniciativa para o filme: ” Durante três anos estudei o século XX exaustivamente. No início de meus estudos, cheguei perto de uma crise de esquizofrenia. Só acalmei e consolei-me quando percebi que mais esquizofrênico que eu era o próprio século. Em nenhuma outra época histórica a dualidade CRIAÇÃO/DESTRUIÇÃO se manifestou de forma tão POTENCIALIZADA. Qual aspecto deste século discutir, se os assuntos são tão intrincados, contraditórios e difíceis de se compreender? Resolvi discutir um dos fatos que mais me chamam a atenção neste final de século. Comecei então a visitar cemitérios e imaginar pequenos recortes biográficos da vida de pessoas que eu não conhecia. Como por exemplo, que time de futebol torcia José da Silva que durante 40 anos trabalhou numa linha de produção de Veículos da Renault… Comecei a imaginar como esses detalhes de cada pessoa ali morta poderia conectar-se com os fatos históricos ou tendências comportamentais do século. Pensar também como, na maioria das vezes, os pequenos personagens não só avalizam como dão consistência singular ao discurso maluco dos grandes personagens. Apesar de falar muito da história do século, minha intenção não foi ser enciclopedista, professoral ou mesmo respeitar a linearidade temporal dos fatos. Tomei duas decisões importantes ao desenhar meu documentário: não coloquei nenhum dado estatístico e nenhum tipo de locução no documentário. O locutor é um personagem que geralmente ocupa o papel de ator principal na maioria dos documentários. É como se a realidade sempre necessitasse do aval da PALAVRA para ter legitimidade. Cada vez mais considero que a palavra em forma de fala é muito limitada e comunica muito pouco. O locutor parece querer sistematizar o buraco do não compreendido. Além do que o locutor adora vomitar dados estatísticos – e quando se fala de morte, a estatística vale pouco. Na morte, não interessa o milhar, mas a unidade-próxima. Ouvir notícias de milhares de mortos na Guerra da Bósnia, na fome africana ou no desastre de avião, parece sonorizar pouco e só acaba tendo dimensão real se o morto em alguma dessas catástrofes for meu parente ou amigo. Resolvi também tirar todo tipo de depoimento, pois sejam de grandes ou de pequenos personagens, os depoimentos parecem estar cada vez mais fadados ao espetáculo, ao ego mentirinha, a dizer pouco sobre nossa complexa e conturbada vida psíquica. Colocando só música, ruídos e silêncios, procurei não tapar o buraco do desconhecido, do não dito, do não que talvez seja o sim, ou, quem sabe, o talvez. ” ———————————————————- Eu, particularmente, acho que este é um daqueles filmes que tem de ser visto por todas as pessoas. É um filme reflexivo, que faz pensar como cada ser humano acaba por ser instrumentalizado e equiparado para ser uma engrenagem na sociedade. Existe o Soldado para ferir, o médico para tentar curar o ferido que o soldado causou e o coveiro para enterrar o ferido caso o medico não consiga salva-lo. A pessoa não importa, o que importa é a função dela. Mas esse bla bla bla todo eu não preciso dizer… basta apenas assistirem ao filme (que, por acaso, achei completo no youtube, porém dividido em partes) Parte 1:
para assistir ao resto do filme é só clicar nos links abaixo: PARTE 2 – PARTE 3 – PARTE 4 – PARTE 5 – PARTE 6 – PARTE 7 – PARTE 8 (final) Até a próxima. As 10 frases mais ditas antes de morrerSegue uma lista das 10 coisas mais ditas antes de um óbito… 1. Atira se for homem! 2. Atravessa correndo que dá. 3. Ah, não se preocupe, o que não mata, engorda. 4. Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão. 5. Confie em mim. 6. Aqui é o piloto. Vamos passar por uma ligeira turbulência. 7. Desce desse ônibus e me encara de frente, sua bicha! 8. Você é grande mas não é dois! 9. Kung-Fu nada. Eu vou acabar com você. 10. Corta o fio vermelho. Crianças, não repitam isso em casa ou na rua Referência: Os Vigaristas Darwin Awards 2007Saíram os ganhadores do Darwin Awards!!!
O prêmio é dado para as pessoas que morreram das formas mais estúpidas e idiotas possíveis contribuindo (indiretamente) para aprimorar a evolução da humanidade ao excluir a sua carga genética do mundo. Obviamente a premiação dos vencedores é póstuma! Assim como o IgNobel, é uma premiação cômica, ou trágica se vc conhece o estúpido, digo, falecido. Vamos ao que interessa, a lista dos 3 primeiros colocados (de 17 concorrentes): 1 – [Carolina do Sul, EUA] “Aquilo que sobe tem que descer” 2 – [Texas, EUA] “O enema interno” 3 – [Guadalajara, México] “Levantamento de peso” A Vingança do Papai NoelMatança desenfreada de Focas
Pois é, no fim das contas eu tenho um coração, muitos já sabem do ocorrido, mas venho ainda tentar trazer essa informação a muitas pessoas. Todo ano no Canadá a população se mobiliza em uma caçada de focas, o governo diz que a venda das peles faz parte importante na economia, no entanto cada matador deve receber apenas $1000/ano. ![]() Não é uma foquinha linda? quem vai querer matar ela? Assim como eu, diga não à matança de focas, vamos focar isso em outra coisa, coisas ruins, como Zumbis, Vampiros, Música New Age… etc… Com vocês o maior caçador, Hellsing ![]() Altruísmo no mundo atual.
Ate quanto uma pessoa pode ser altruísta? Nossa sociedade de hoje em dia vive num mundo cada vez mais egoísta por ser controlado pelos gigantes capitalistas, e o que é o capitalismo senão uma desculpa político-econômica de se provar completamente egoísta sem que isso possa parecer algo ruim, o maior culto religioso das Américas também é, ou era, não sei dizer exatamente, completamente egoísta já que o dízimo ia para enriquecer a Igreja católica enquanto os fiéis passavam fome e se fodiam com a miséria que sobrava.
Mas o que isso tem a ver você se pergunta? Claro que tudo, digamos, você vê um mendigo na rua pedindo esmola, o que você faz? Da uma esmola pro pobre coitado é claro… QUE NÃO.
Mas tudo bem, afinal você não conhece essa pobre alma e ela não irá influenciar em nada sua vida, mas o que me diz de seus amigos? “Uma mão lava a outra�?, é o que dizem, mas digamos que este seu amigo não tenha como lavar sua mão de volta, digamos que ele… hum… perdeu a metade inferior do corpo devido a um psicopata com uma moto-serra estar perseguindo vocês, você carregaria seu amigo?
Já sei qual a nobre resposta que surge na sua mente, e é por isso que eu devo retrucar um belo e bastante audível BULLSHIIIIIT, q? n entendeu? Tah, imagina uma voz ecoando na sua mente, bem alto, logo após você pensar “Eu salvaria meu amigo�? BULLSHIT! PORRA NENHUMA, o instinto de sobrevivência é claro e só os fortes sobrevivem, foda-se o kra, ele n foi forte o suficiente pra agüentar uma moto-serra atravessando seu corpo da direita para esquerda, enquanto que você conseguiu correr, não tem do que sentir vergonha, mas lembre-se antes de fugir lembre que a melhor coisa a fazer é cortar a jugular da pobre alma e nunca, em hipótese alguma, faça algo que dê a ele uma morte lenta e dolorosa, como digamos… uma facada na barriga. |
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