Scott Kalitta, de 46 anos, morreu após o carro explodir e bater no muro de proteção no fim da pista, a cerca de 480 km/h em Englishtown. A prova valia pelo campeonato americano de arrancadas (NHRA)

Via Esporte e Motor.

Talvez isso não tenha a menor importância, mas eu acho uma tristeza quem diz que “automobilismo não é esporte”. Certamente quem diz isso nunca parou para analisar alguma categoria de automobilismo.

Pode-se dizer, é verdade, que é o carro que faz tudo, que o piloto só pilota, que tudo depende da máquina. Porém, eu discordo completamente e explicarei o porquê.

No hipismo, quem faz o esforço para pular é o cavalo, não é(não é bem assim, mas é quase isso)? No xadrez o esforço é unicamente mental. No levantamento de peso, o esforço é puramente físico. Todos os três são considerados esporte.

Então, como uma modalidade que engloba as três coisas não pode ser considerada esporte? Um piloto de corrida tem de ter um preparo físico impecável para aguentar por duas horas todas as forças físicas que agem sobre ele e sobre o carro que pilota o que faz com que pliotos, em média, percam até 3kg por corrida. Tudo isso tendo que pilotar constatemente em alta velocidade sem poder perder a concentração onde, se isso acontecer, pode ocasionar na morte do mesmo e/ou de outros pilotos e ainda assim sentir como está o andamento do carro, tudo isso por duas horas seguidas.

Isso é muito mais esforço do que qualquer futebolista, Enxadrista, Tenista ou qualquer outro esportista tem de aguentar.

É um esporte onde se corre sempre um risco de vida e muito caro, porém é esporte. E convenhamos, é um esporte muito mais legal do que o alpinismo, que o cara vai lá… sobe o aconcagua e depois… desce.

Eu não entendo Alpinismo!

Até a próxima.