Cotas Raciais


Uninuni

O sistema de educação brasileira passou por algumas transições nesse novo governo presidencial. Aconteceu uma mudança, mas ela aconteceu, no meu ponto de vista, de forma errônea, já que ela veio de cima para baixo, já que ela começou nas Universidades e não no ensino fundamental que é a base para uma boa e melhor educação. Enfim, não é sobre educação de base que quero falar agora e sim sobre as COTAS RACIAIS.

O sistema de cotas raciais foi empregado para garantir algumas vagas para os negros e índios que residem no nosso país e que almejam conseguir o seu lugar na sociedade através dos estudos e de uma profissão. A intenção de garantir ensino é o mínimo já que o mesmo é assegurado pela nossa Constituição em seu art. 6º:

“Art. 6o São direitos sociais a EDUCAÇÃO, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição”

Até aí não há nenhum problema, correto? ERRADO. Já que eles especificam que são negros e índios, fazem uma segregação dessas raças o que é absolutamente inaceitável por vários princípios constitucionais além de violarem de forma gritante os direitos fundamentais dos cidadãos.

“Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

IV – promover o bem de todos, SEM PRECONCEITOS de origem, RAÇA, sexo, COR, idade e quaisquer outras formas de discriminação.”

“Art. 5º Todos são IGUAIS perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes”

Que linda nossa constituição, não é gente? Bem, ela é uma das melhores do mundo e uma das menos respeitadas pelo próprio povo, pois como se permite que o sistema de cotas vá ganhando seu espaço e continue colocando na cabeça de nosso povo que ele está correto! Não está gente, pois quem no Brasil pode dizer que não possui sangue negro? Que não possui uma descendência índia? Praticamente ninguém já que nosso país é uma grande mistura de raças e é por isso que é dito que existem vários Brasis dentro do Grande Brasil, ou seja, a diversidade faz parte de nossa herança e de nossa cultura! Além do mais, eu acredito que seja muito fácil se inscrever como negro ou índio no vestibular, no entanto o difícil é se assumir como tal dentro da Universidade, já que lá dentro é fácil dizer: “Sou moreno.”

E outro ponto que não podemos esquecer é que se as cotas são oferecidas para eles, então quer dizer que eles não são tão capazes como as pessoas brancas? Se for isso, alguém me corrige se eu tiver errado, mas não seria racismo? Sim, seria um grande racismo e não adianta falar da condição social, pois aí entraremos em outro debate que tornará as coisas ainda mais longas e complicadas. Dessa forma, vamos nos focar na realidade, nos fatos! Qual a razão dessas cotas terem sido aprovadas? Ao meu ver, apenas para apaziguar os ânimos e fazer uma política de “pão e circo” para que a população esquecesse dos outros diversos problemas que existem no país, já que achar que isso é uma resolução para a educação serviria e ia cair bem no momento, não é?

Então, pessoal vamos pensar que tipo de sistema é esse que não serve para diminuir as desigualdades, mas sim para que se aumente o preconceito existente em cada um de nós já que quando alguém pelo sistema de cotas ingressa na faculdade, mesmo tendo feito menos pontos que outra pessoa, sempre existirá alguém que irá apontar e falar que ele só está ali devido às cotas. Enfim, qual a razão de ser dessas cotas? Não vejo nenhum plausível no momento, elas deveriam ter sido guardadas e utilizadas com mais cautela no futuro. Bem, mas se criaram as cotas para os negros e índios com a desculpa da dívida histórica, então daqui a pouco irão criar as cotas para todos os descendentes de orientais já que passamos pela comemoração dos 100 anos da imigração japonesa, não é?

Até a próxima!

57 ideias sobre “Cotas Raciais

  1. João Cleber  

    O Caminho Desastroso das Cotas Raciais Petistas

    No Sudão do Sul, assistimos mais uma vez a velha estória da África. O Exército do recém criado estado se dividiu entre o presidente e o ex-vice-presidente. A ONU já aprovou o envio de mais forças para tentar dar estabilidade, mas enquanto isso assistimos as mesmas velhas cenas de idosos e crianças famintos e desamparados nas ruas. O Sudão do Sul foi criado justamente devido a tensões étnicas, econômicas e religiosas com o Sudão que aparentemente deveriam ser resolvidas com a separação do território sul. Infelizmente, o ódio racial emergiu novamente e o país se encontra em guerra civil.
    Alguns podem argumentar que o ódio que levou os hutus e massacrarem os tutsis em Ruanda foi alimentado pelos antigos colonizadores. Minha tese é que o projeto petista de cotas raciais vai pelo mesmo caminho ao separar a população brasileira pela cor da pele e propor direitos diferenciados entre eles. Parece aquela antiga política romana do dividir para conquistar. Se dava certo com os romanos porque não daria certo com os petistas.
    A sociedade americana, de onde isso foi copiado, adota cotas, mas é um outra cultura e um outro contexto histórico. Lá houve uma sangrenta guerra civil que matou 600.000 pessoas e posteriormente, houve uma política de segregação racial no sul dos Estados Unidos. Aqui, felizmente, não houve todo esse derramamento de sangue, muito embora no coração de algumas pessoas existe um desejo de ver o sangue correr, especialmente o dos outros. Coisa de gente covarde e frustrada.
    O PT tem essa mania de que antes deles não havia nada de bom de bom no Brasil, que o Brasil foi mal governado por 500 anos e que eles receberam uma herança maldita. Tudo mentira. O Brasil até a virada do século XIX tinha uma renda per capita igual a dos Estados Unidos. O imenso território brasileiro foi conquistado pelos portugueses, incluindo a Amazônia. O Brasil não se fragmentou graças a presença da família real portuguesa. E, as finanças do estado brasileiro hoje estão minimamente organizadas graças ao trabalho do PSDB na gestão de Fernando Henrique Cardoso.
    Mas o PT é isso. É um filhote rebelde dos militares. São em quase todos os defeitos parecidos com eles, mas os odeiam. O típico filho rebelde. Os militares, por exemplo, jamais proporiam políticas de cotas, pois como nacionalistas eles jamais correriam o risco de dividir os brasileiros. Afinal, eles tem uma lembrança clara do sangue que foi necessário para manter esse país unido e são gratos aos heróis que o derramaram. O PT não é grato a ninguém.
    Promover a justiça social e a igualdade de oportunidades é sempre bem vindo, mas promover a divisão racial é semear o ódio e a discórdia. Na África, a colheita tem sido muito amarga. Não é isso que queremos para o Brasil.

    Responder
  2. Daniel N  

    Existem negros de sucesso, sim. Existem negros racistas, claro. A proporção de Negros x Brancos bem sucedidos é equiparável? NÃO.
    Realmente, de longe não é o melhor modelo para “corrigir” esse problema.Olhando apenas esse lado da “injustiça social”, no entanto é melhor do que não fazer nada.
    Falou-se que deveria seguir de baixo para cima, do ensino básico ao Superior, porém dá no mesmo. Se mais negros se formarem, maiores chances de serem bem sucedidos, de obterem melhores vidas paras seus filhos negros que obterão vantagens desse sistema.
    Isto é simples. Tem suas vantagens. Mas tem desvantagens.
    Não vou me alongar muito. Vai acontecer injustiças como brancos sem recursos perder a vaga para um negro vindo de familia mais abastada. Isso pode gerar mais discriminação. Porém ao longo do tempo, com mais negros com sucesso esse quadro tende a melhorar.
    O ideal era um sistema de educação bem consolidado para todos, onde todos possam ter chances iguais e no Brasil sabemos que isso nao acontece. É um modelo de cota imperfeito para um sistema político-sócio-administrativo ridículo do nosso país. Talvez essa junção possa dar certo.

    Responder
  3. Tiago  

    Nossa nação não é bicolor
    Resenha do livro de Ali Kamel “Não Somos Racistas”
    Marco Aurélio Torres Antunes – Publicado em 10.11.2006

    Nos últimos anos, a questão das cotas raciais tem sido objeto de muita polêmica. No entanto, em raras vezes os debatedores apresentam dados que dêem sustentação às suas teses. Ademais, há o problema da leitura incorreta das estatísticas, bem como os estereótipos que tentam desqualificar como racistas aqueles que se opõem às cotas e negam que o Brasil seja uma nação bicolor, em que brancos oprimem negros.

    O livro “Não Somos Racistas: Uma Reação Aos Que Querem Nos Transformar Numa Nação Bicolor” (Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2006), do jornalista Ali Kamel, contribui para o enriquecimento dos debates, pois apresenta, em linguagem clara e direta, argumentos sólidos que refutam idéias equivocadas sobre a situação de brancos, pardos e negros do Brasil e apontam os erros de políticas que, em vez de ajudar certos grupos, causam-lhes mais problemas e ameaçam transformar o Brasil num país de conflitos. O primeiro capítulo do livro está disponível no site da editora.

    Em vez de valorizar a miscigenação, de considerar a mestiçagem como uma virtude, a nova tendência é apresentar o Brasil como uma nação dividida entre brancos e negros, de forma semelhante aos esquemas simplórios que catalogam os indivíduos como opressores e oprimidos, reacionários e progressistas. Mas, como escreve Ali Kamel, o Brasil é caracterizado por relações de amizade inter-raciais, casamentos mistos, inexistência de barreiras institucionais contra os negros, ausência de conflito e de consciência de raça. Ao estudar a gênese contemporânea da nação bicolor, Kamel mostra como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi coerente com as próprias idéias de sua juventude, quando escreveu as obras Cor e mobilidade social em Florianópolis e Capitalismo e escravidão no Brasil meridional. Em seu governo, FHC implantou o Programa Nacional de Ações Afirmativas. Como ele mesmo afirmou, isso significou uma mudança de mentalidade na população. A partir de então, a tendência tem sido a ampliação das políticas de cotas raciais, ainda mais no governo Lula, com a criação da Secretaria da Igualdade Racial, entre outras iniciativas que buscam resolver de forma precipitada problemas cujas verdadeiras soluções exigem seriedade e não demagogia.

    Se for verdade que na população pobre há maior percentual de negros e pardos do que a proporção deles na população geral, que negros e pardos são minoria em determinados setores, também o é o fato de que tais situações não são necessariamente provas de racismo. O mesmo argumento vale em relação a mulheres ou qualquer outro grupo: se não estão devidamente representados em certos setores, isso não é prova de discriminação. Provar a existência ou a inexistência de discriminação ou de racismo é tarefa posterior, que buscará as causas dos dados obtidos inicialmente.

    No caso brasileiro, Ali Kamel mostra que não se trata de racismo. Existem casos de racismo, mas toda forma de discriminação racial é combatida em lei. E a lei deve beneficiar apenas os indivíduos que sofreram racismo, sem privilégios a todo um grupo de pessoas que não passaram pela mesma situação. O ponto fundamental a ser destacado é o de que no Brasil o racismo não é estrutural. O problema do Brasil não é o racismo, que não é um traço dominante da nossa cultura.

    Importante é o capítulo em que Kamel escreve sobre a inexistência de raças entre os seres humanos, o que é consenso entre geneticistas. Raças existem em cães, por exemplo, não em humanos. A crença na existência de raças é a base de todo racismo. Não existem genes exclusivos de determinada cor. Em relação às doenças, pode-se dizer o mesmo. A cor da pele não determina sequer a ancestralidade. Raça é uma construção cultural e ideológica. De acordo com o geneticista Craig Venter, o primeiro a descrever a seqüência do genoma humano, “raça é um conceito social, não um conceito científico”.

    Outra questão que merece ser discutida é a da omissão dos pardos. Para sustentar a tese equivocada de que o Brasil possui a segunda maior população negra do mundo, somam-se os negros e os pardos. Ao importar uma terminologia dos Estados Unidos, os pardos são considerados negros. Ora, a nossa realidade é outra. Aqui há miscigenação. Segundo dados do IBGE, a população brasileira é formada por 51,9% de brancos, 5,9% de negros e 42% de pardos.

    Se por um lado os pardos são somados aos negros, quando se quer aumentar o número de “oprimidos” e dar peso às reivindicações de certos movimentos, por outro lado os pardos são barrados em algumas universidades que adotam as cotas como forma de ingresso. Na autodeclaração ou na análise de fotos, não haverá critérios objetivos para enquadrar todas as pessoas supostamente discriminadas entre aquelas que serão privilegiadas pelas cotas. E, mesmo que houvesse, tais políticas não seriam justas. Aliás, as políticas de cotas, além de injustas, são prejudiciais.

    Quando relacionamos o nível cultural e a condição econômica, percebemos que o salário é tanto melhor quanto melhor é o ensino. Não se pode deixar de levar em conta a qualificação educacional quando são feitas comparações entre brancos, pardos e negros. Aliás, tais comparações só se justificam entre grupos com características semelhantes. Não existe o branco médio, o pardo médio ou o negro médio. Há variações em cada grupo. Quando são feitas comparações de acordo com os critérios adequados, verifica-se a paridade entre os grupos, como no caso dos trabalhadores domésticos, entre os quais não há diferenças significativas no rendimento de brancos, pardos e negros.

    Brancos, negros e pardos pobres têm as mesmas dificuldades. A proporção mais elevada de negros e pardos entre os pobres se deve ao fato de que a ascensão social é mais difícil para os pobres, que não têm oportunidade de educação qualificada. É a própria pobreza a limitação, não o racismo. Como o ponto de partida era desfavorável, já que foram escravos, negros e pardos em geral não conseguiram superar a pobreza. Muitos de seus descendentes, com poucas oportunidades por viverem num país subdesenvolvido, em que a educação não é prioridade da maioria dos governantes, não elevaram seu padrão de vida.

    Conseqüentemente, permaneceu o desequilíbrio na comparação entre a proporção de negros e pardos na população geral e a proporção de negros e pardos entre os pobres.

    Por outro lado, não se pode negar que algum progresso houve. O Brasil do século XXI não é o mesmo daquele de décadas passadas. Melhoraram os indicadores sociais, e isso beneficiou pessoas de diversos segmentos, embora não tanto como nos países desenvolvidos. Com o progresso da ciência e da tecnologia, é normal o progresso de um país na comparação com seu passado. O progresso é a regra, não a exceção. O problema é que tal progresso foi lento, insuficiente para dar ao conjunto da população as condições de vida dignas que todos desejamos.

    Na medida em que o país se desenvolve, a tendência é o equilíbrio entre os grupos sociais. A proporção de brancos, pardos e negros entre as diversas faixas de renda será equivalente à proporção desses grupos no conjunto da população, uma vez que todos terão acesso a uma educação de qualidade, por meio da qual terão os empregos que os levarão superar a pobreza e atingir um padrão de vida satisfatório.

    O que existe no Brasil é o preconceito social, o desprezo aos pobres, que Ali Kamel chama de classismo. É à análise da pobreza e de suas causas que o autor dedica alguns capítulos do livro. O desperdício de dinheiro com políticas assistencialistas (que não resolvem o problema da pobreza) e gastos excessivos com o ensino superior diminuem os recursos para a educação básica, que deveria ser a prioridade. Em grande parte das escolas brasileiras, faltam bibliotecas, laboratórios, computadores etc. Além disso, o salário dos professores em geral é baixo. Em relação ao gasto público como proporção da renda per capita no ensino fundamental e no ensino médio, o Brasil está em posição vexatória na comparação com outros países.

    Ali Kamel discute bastante temas relacionados à educação, por meio da qual os brasileiros terão um futuro melhor, desde que ela seja de alta qualidade e acessível a todos. São dele estas palavras, publicadas na página 40 do livro: “Tenho procurado mostrar que, mais que ao racismo, a má situação do negro no Brasil se deve à pobreza e que não existem atalhos fáceis para superá-la, como cotas ou políticas assistencialistas. O único caminho seguro para que o país se torne mais justo é a educação”. Se deixarmos de lado o gosto pelas soluções fáceis, estudando sem preconceitos a situação de brancos, negros e pardos no Brasil, notaremos que nossa nação não é bicolor. Em termos de ideal civilizatório, uma nação misturada como o Brasil é superior às nações multiétnicas, em que a mistura é evitada. Temos, portanto, motivos para valorizar e preservar esse traço da nossa identidade cultural.

    + DINHEIRO PARA EDUCACAO
    + IMPOSTOS PARA OS MAIS RICOS
    + DINHEIRO PARA AS ESCOLAS TECNICAS

    Responder
  4. Rui Martins  

    O autor desse texto é um malabarista do sofismo, maneira de se provar qualquer coisa mesmo absurda.
    Não são as cotas que criam o racismo. O racismo existe de fato no Brasil,desde que os portugueses escravizavam os índios e os africanos. Só que agora com as cotas os negros marginalizados têm acesso às universidades, coisa insuportável para brasileiros racistas que estavam acosumados a ver negras como empregadas domésticas e negros nas construções e nas favelas.

    Responder
  5. Zezinho  

    Se negro rico tem cota , por que o branco de olhos azuis que mora na favela e passa fone não tem o mesmo direito ? somos todos iguais perante a lei ! arart. 5º, dispõe que todos são iguais perante a Lei, sem distinção de qualquer natureza. E no seu art. 3º dispõe que constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação / MISERIA NÃO TEM COR !!!

    Responder
  6. Lia  

    Certamente eh um absurdo da forma que a sociedade pensa em relacao da capacidade de negros e indios,sou descendente de negro e indio,….somos de um pais democrata,pais de miscigenacao,varias racas etnias,muito triste saber que ainda existe esse tipo de preconceito contra outros povos,negros indios sao iguais a nos,quem nao tem capacidade de raciocinio eh quem pensa de forma negativa contra eles,quando isso vai parar?
    Espero que deem oportunidade para eles,eles querem seu espaco na sociedade.

    Maria Elielda Silva de Araujo

    Responder
  7. Lao  

    Um pedagogo/a racista faz mais estrago que 1000 PMs. As cotas deveriam ser existir por um determinado período e após um pacto da sociedade, que assuma o racismo, para diminui-lo. Lembrando que as mulheres têm cotas na política e delegacias especializadas, entre outras ações que não foram consideradas polêmicas. Logicamente, porque as mulheres estão bem distribuidas pelas classes sociais.

    Responder
  8. vilson moura oliveira  

    olhem o sistema de cotas e uma maneira do negro ter o aceço a uma univercidade mias rapido mais so seria realmente direcionada ao negro se eu não negro não pudece opitar pela cor da minha pele porque posso opirta se sou negro pardo ou indio se eu sou bramco e opitar por negro eu entro no cistema de cota

    Responder
  9. Batista  

    Como ação afirmativa foi uma tacada política, pois se sabe que a maioria da população pouco esclarecida, tem como forma de orientação o “pão e circo”, a Constituição Brasileira assegura a todos os direitos e deveres sem distinção, mas sabe-se que por razões racistas o negro tem os piores empregos as piores condições de vida, poucos se destacam no cenário político, razão pela qual foi formada a sociedade brasileira, esses distúrbios tende a serem extintos com o passar dos anos a cultura brasileira é multirracial e o povo totalmente mestiço.

    Responder
  10. Pedro  

    Sistema de Cotas Raciais, sua criação gera uma grande discussão, pois negros e índios acham esse sistema justo, pois assim eles também podem entrar na faculdade se tornando, assim, cidadãos mais criticos, ou pode, conquistar um cargo no serviço público e ser ouvidos pela sociedade; por outro lado pessoas caucasianas, e o resoto dos brasileiros, acham isso injusto, porque assim não há merito e sim discriminação pela cor/etnia do individuo. Minha sincera opinião quanto as COTAS RACIAIS: SOU CONTRA. Um individuo deve ser avaliado, para um cargo ou uma vaga na faculdade, pelo seu nível de conhecimento e capacitação para desempenhar a função, escolher alguém simplesmente por sua cor/etnia é errado e preconceituoso, as cotas são um retrocesso para o país, devemos melhorar os ENSINOS fundamental, médio e técnico, PÚBLICOS, para formar jovens preparados para ingressar nas FACULDADES PÚBLICAS.

    IDÉIA: Se a cota é para quem não tem condições de entrar na faculdade, porque não fazer cotas para quem sempre estudou em escolas públicas, assim seria muito mais justo.

    A DESIGUALDADE RACIAL só vai desaparecer da sociedade brasileira, quando o governo parar de nos dividir em classes, regionalidades, raças, cores e etnias e começar a investir em educação, saúde e cidadania.

    O POVO BRASILEIRO É UM SÓ COM UMA CULTURA SÓ, COM UMA ÚNICA BANDEIRA, SOMOs TODOS VERDES, AMARELOS, AZUIS E ESTRELADOS. EU NÃO SOU SÓ ÍNDIO, NÃO SOU SÓ CAUCASIANO, NÃO SOU SÓ NEGRO, EU BATALHO TODO DIA PARA GANHAR O MÁXIMO POSSÍVEL SO MINÍMO QUE O GOVERNO ME OFERECE, EU SOU B R A S I L E I R O !!!!

    Responder
  11. gabriel  

    eu queria dize, que eu quase choro lendo isso, por que é uma coisa horrorosa o que fazendo com os negros, que são que nem a gente.
    e esse descuso ai em cima??!! se candidato a politico agora? vai te cata, fala de algo que prestem, e escrever algo que seja do tema comendo !

    Responder
  12. Romulo  

    Que discursinho mais neo-liberal hein!?!
    Vá tratar de estudar mais, ler mais.Não estás apto a escrever um artigo com a complexidade do tema que o mesmo aborda.

    Responder
  13. Augusto  

    É preciso sermos mais politicamente corretos, termos espírito de cidadania! Enxergar o outro como um cidadão, uma pessoa igual a nós mesmos, através do status da cidadania!

    É importante que as pessoas tenham igualdade de condições para obter trabalho ou entrar em uma universidade, independente da raça/cor da pele! Neste sentido, as cotas raciais são abomináveis, pois eliminam a igualdade de condições!
    Ou as provas de vestibulares e concursos públicos foram elaboradas de modo a não permitir que negros sejam aprovados? Impossível! Todos tem capacidade para serem aprovados! TODOS!

    Responder
  14. Augusto  

    Quem é contra as cotas raciais não precisa arranjar argumentos. Isso já é um absurdo por princípio! Querem legitimar a democracia usando os meios mais totalitários que existem: determinar quem é branco e quem não é branco!

    Mas, mesmo assim, aí vão alguns argumentos contra este racismo de Estado:

    primeiro: esta questão será tratada no âmbito das artimanhas do PODER, da POLÍTICA! E então, voces sabem como funciona aqui neste pais, não?!..clientelismo, etc, etc…Virará uma disputa de poder e os conflitos tendem a se transferir, cada vez mais, para a sociedade..

    segundo: no âmbito do cotidiano dos cidadãos nem é preciso dizer que o racismo somente tende a aumentar se esta política racista continuar!…

    terceiro: o desenvolvimento do capitalismo no Brasil está em ritmo tão acelerado (e assim, certamente, continuará sendo) que verificamos a ascenção das classes “c” e “d”, compostas por população de maioria negra! Assim, os negros não precisam de cotas! A questão é RENDA! Quem tem renda, tem igualdade de condições!

    quarto: 90% da população é afro-descendente e, neste sentido, não podemos falar em dívida histórica! Também quero a parte que me cabe!

    Entretanto, quando se trata de questões de Estado, é preciso filosofar bastante e, assim, os grandões que não fazem outra coisa a não ser filosofar, acabam arranjando algum jeito de justificar esta política..Afinal, tudo é justificável, não é?!..Inclusive, o próprio racismo contra os judeus um dia foi justificado pelo Estado Nazista!..

    Responder
  15. lucas bender  

    “Nao sou contra ao sistema de cotas, porém acho que o sistema achou uma forma de recompesar os negros e os indios pelas atrocidades cometidas no passado, acredito não ser a melhor forma, porém quem discutirá uma ascessão desigual quando foi relegado desde o princípio de sua História vários direitos?”

    Amiga, entao porque nao há cotas para mulheres?
    tendo em vista que SEMPRE foram discriminadas, desde o início dos tempos até hoje.

    Responder
  16. Reginaldo Pereira  

    Políticas sociais e cotas raciais

    As ações afirmativas que propõe a implementação das “cotas raciais” nas universidades estão atuando na defesa de direitos sociais que estão sendo violados, atendendo reivindicações justas de segmentos que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Do mesmo modo, outros segmentos sociais são atendidos pelo Estado, como mulheres, crianças, idosos, deficientes,etc; que são selecionados por critérios como gênero, faixa etária, limitação física, etc. – nem por isso o Estado está dando preferência a estes segmentos e ninguém está protestando porque o Estado estaria discriminando por motivos de sexo, idade ou acessibilidade física. Os “negros” se encontram em situação de vulnerabilidade. Se forem atendidos pelo Estado,qual vai ser o critério de seleção?
    A solução é investir na educação? Certo- entretanto os negros de países que oferecem alta qualidade de ensino sem discriminação social ou racial continuam ausentes das universidades. Inferioridade cultural? As greves e as ocupações de terra também não resolvem problemas econômicos e agrários – estes movimentos devem desistir das suas mobilizações?
    A ciência não comprovou a existência de raças! Certo- também não comprovou a existência de Deus, da liberdade, da justiça, da beleza, etc. A raça também não é um objeto de estudo das ciências sociais?
    Já houve erros em laudos para identificar “negros”? A medicina falha todos os dias em seus diagnósticos, muitas vezes com graves consequências para a vida das pessoas- onde está o protesto contra a medicina? Todo mundo sabe identificar quem é o negro que está sendo discriminado, mas na hora de identificar qual negro será beneficiado, se lembram de questionar quem é o negro! Cinismo!
    Os estudantes negros que forem selecionados pelo critério da “cor/raça” se sentirão inferiorizados? Dizem por aí também que os bolsistas do PROUNI só conseguiram estudar pela caridade do Estado, já que não têm competência para disputar o vestibular das federais! Alguém conhece um candidato que desistiu da bolsa para não se sentir inferiorizado? Ao contrário, estão sendo identificadas fraudes de estudantes com renda alta que se inscrevem como carentes!
    O que impede a inclusão de negros não são limites “físicos” como a limitação de mulheres, crianças, idosos,deficientes,etc.? Por acaso a cultura e as convenções sociais não influenciam concretamente o comportamento das pessoas,estabelecendo valores e limites? Se uma aldeia acredita que uma fera ronda a floresta, não deixarão de adentrá-la como se a fera realmente existisse?
    A exclusão dos negros é uma questão social e não racial? Então onde estão os bolsistas PROUNI negros em proporção à sua presença na composição social brasileira?
    No Brasil não existe racismo,já que não houve segregação racial? O embranquecimento da população mediante o incentivo à imigração e a tese da democracia racial não foram tentativas de reprimir e suprimir os negros da sociedade? Onde estão os negros e seu protagonismo na história oficial brasileira ou nos livros didáticos entre os século XIX e XX?
    Pelas cotas raciais já!

    Responder
  17. lays  

    Falar de iqualdade na constituiçao paresse algo bastante filosofico ,por que tambem nao falamos na iqualdade diretos em todas as esferas sociais?

    Responder
  18. milena  

    Sou contra as cotas pois, o governo as criou para esconder a realidade… Pois hoje em dia eles pensam somente no melhor para eles e não pensam que com as cotas eles acabam aumentando o racismo!!!!!!!!!!!!!!!

    Responder
  19. junior  

    mister boas palavras ,como vc sabe o sistema de cotas foi uma conquista do movimento negro organizado baseando se em pesquisas e etc…
    eu lhe perguntos como sao feitas as leis, como surgem. mulheres,grupos sindicais.brancos e etc… na verdade pessoas com ideias,fé,poder financeiro,cultura e etc…sempre se uniram e unirao para lutarem por seu direitos que pra muitos pode ser interpretados como privilegios….exemplo dos homossexuais na atualidades..

    Responder
  20. junior  

    o amigo mais acima defende cota social por um angulo ele parece ter razao, a questao é negros ricos sofrem dicriminaçao. depoimentos de pessoas negras do alto escalao da sociedade ja relataram a passar por momentos de preconceitos racias, a verdade é que o tipo de pele incomoda independente do poder financeiro ou posicao social.viva as cotas!!!

    Responder
  21. junior  

    sinto até vontade de chorar quando leio uma pessoa graduada em historia fazendo comparaçoes do Brasil com outros paises e ignorando sua cultura,religiosidade,economia,educaçao e etc que todas essas coisas sao frutos de um processo desde a contruçao dos mesmos.
    a sua insatisfaçao com a politica vigente nao deve ser descarregada em um simples projeto que na verdade foi uma luta dos negros concordantes com a ideia de cotas(pois existem negros discordantes)e nao de politicos como foi citado.a minha pergunta é as cota prejudicam a quem?ou simplesmente ferem uma ideologia de estudiosos frustrados que se baseiam em sua teorias falidas quanto a organizaçao estatal?
    a minha teoria se nao me leva a pratica eu nao existo.

    Responder
  22. Joyce L.  

    Achei muito certo o que vc escreveu. O nosso país mascara a realidade, tenta esconder o preconceito, mas na verdade acaba sendo mais preconceituoso ainda. Se todos somos iguais e temos os mesmos direitos perante a lei, pq então existem Cotas Raciais? Isso é um grande erro no nosso país. Todos temos que ter as mesmas oportunidades.

    Responder
  23. Brother  

    Pessoal suas reflexões são interessantes, mais são apenas falas. Já notaram que de repente sem percebermos começamos a nos estranhar. Precisamos de fato ter convicção da nossa compreensão e lutarmos para sermos diferentes a ponto de aceitarmos a igualdade de forma simples: sem cor ou credo. O valor da vida ainda é um grande desafio para a humanidade. O início da história do Brasil é por demais triste, onde negros e indios foram usados, violados, estuprados, torturados e mortos, mais seus executores tinham certeza de que estavam fazendo a coisa certa: NEGROS e INDIOS para eles eram apenas objeto de troca.
    Atravessamos as décadas e lidamos hoje com o RACISMO e o PRECONCEITO moderno, onde medidas paleativas surgem sempre que possivel para justificar outra vez, as injustiças sociais. O que faremos? continuaremos trocando textos pela internet?. Fiquem na PAZ.

    Responder
  24. Jonathan Henrique Ferreira Leite  

    Antes de um local qualquer oferecer sistemas de cotas para raça, etnia, grupo qualquer ou alguma outra, deve-se observar primeiramente que a História pode ser mal escrita e até interpretada de forma não real, o que deve se fazer é retirar a ambiguidade e esclarecer os conceitos de diversas palavras e sentidos das mesmas para que fiquem de forma de entendimento único e atemporal; além do mais não há preconceito somente com raça e etnia, há diversas formas de tal, e se o país oferece cotas como compensação de fatores que estão na História, deve-se ter noção de que muitos grupos passam e já passaram por situações tão humilhantes quanto á alguma raça ou etnia. Se o país oferece “benefícios” para qualquer habitante que está dentro de tal por questões históricas há vários fatores á serem observados: por quê oferece tais para alguns ou vários mas não para todos? A História não compreende somente o que está escrito em papéis ou arquivado em documentos oficiais ou não, compreende também a visão de diversos seres, de diversos grupos e tem uma ligação com várias opiniões e vivências, além de que pode-se contestar tal: se eu Jonathan Henrique Ferreira Leite, brasileiro, 23 anos escrevo aqui minha opinião, para alguém ela pode ser boa, para alguém ela pode ser incoerente, um ser achá-la superficial, pode ser mal compreendida, e para outros pode ser de caráter ambiguo, mesmo que a minha intenção não seja esta, pois se quer fazer a “grande turnê do arrependimento”, seja por todos, ou melhor, nem cause tal, e melhor ainda nem opine sobre tal, só opinei porque tenho certeza que podemos contestar algum fato mas no grande desafio de não ser injusto algumas partes terão razão, e são essas que eu temo…

    Responder
  25. Claudia  

    Na minha opinião é o seguinte não sou contra ne i a favor por que não sou uma pessoas que não tem o conheçimento suficiente com as pessoas que eu conheço bom muito obrigada pela anteção

    Responder
  26. Vitória  

    Pequena correção:

    A idéia de querer classificar em alguma raça alguém que tem avós paternos mestiços de portugueses com índios, os avós maternos são imigrantes alemães e o pai saiu mulato é RIDÍCULO. Risível. Afinal, a pessoa será caucasiana? Índia? Negra?

    Perdão, é a revolta que me tira a razão.

    Responder
  27. Vitória  

    Quero começar dizendo que NÃO EXISTE sociedade totalmente igualitária. Primeiro, porque todos somos diferentes. Segundo, que é o princípio do “O que seria do azul se todos gostassem do verde?”. O Comunismo está aí pra dizer, que, atualmente, sociedade igualitária só nos sonhos do Sr. Marx. Então, não venham querer defender que “as cotas são um passo na direção da igualdade entre pobres e ricos, burguesia e proletariado (!), homens e mulheres, gays e heteros, gatos e cachorros, etc.”
    Sou CONTRA as cotas raciais simplesmente porque: COTAS RACIAIS = DISCRIMINAÇÃO³ + VOTOS. E elas só existem por causa dos votos.
    Pró-cotas disseram que não devemos duvidar da capacidade intelectual dos negros. OI? Instituir uma seleção diferenciada para um segmento ‘racial’ da sociedade não é duvidar da capacidade deles de passarem como os outros?
    O Brasil não pode querer copiar um sistema de admissão americano sem adaptá-lo, pois nós somos um PAÍS ÚNICO. A minoria não é branca, nem negra, nem amarela; É MESTIÇA!

    A idéia de querer classificar em alguma raça alguém que tem avós paternos mestiços de portugueses com índios, os avós maternos são imigrantes alemães e a mãe é mulata é RIDÍCULO. Risível. Afinal, a pessoa será caucasiana? Índia? Negra?

    A resposta é que ela será BRASILEIRA. Ou seja, miscigenada. Ou seja, Homo sapiens sapiens.

    Lembrando que todos viemos do continente africano e, por lógica, todos somos afro-descendentes, não importa o caminho que percorremos desde então.

    Quer melhorar o Brasil? Melhore o Ensino Fundamental, ensine os jovens A PENSAR. E a VOTAR também. Quer desfazer a elite universitária? Crie cotas SOCIAIS.

    Se quiserem gerar logo uma secção na sociedade, o regime do apartheid está aí. É só copiar: muito mais simples e barato.

    Mas não afrontemos a nossa própria constituição, nossas árvores genealógicas, nosso país mulato e nossa bandeira, símbolo de um país que já caminhou rumo ao fim do preconceito, mas que agora recria-o, mais intenso e cruel do que antes.

    Responder
  28. Willian  

    Acho o sistema de cotas raciais ridículo, pois está-se tentando compensar os negros pelo que sofreram no passado com privilégios agora alem de estimular o preconceito e não é o caminho certo, porem o sistema de cotas por condições financeiras, ou seja, econômicas é válido pois da uma chance as pessoas mais pobres de cursar o nível superior e de se tornarem profissionais de alto nível.

    RAÇA SÓ A HUMANA!!!

    Responder
  29. francymara  

    não sou contra a cota só acho equivocada a forma como foi divulgada, o que gera algum preconceito dá própria cota.não devemos duvidar da capacidade intelectual dos negros…

    Responder
  30. mister  

    De que o sistema de cotas acentua a discriminação, que é impossível dizer que é negro e que é branco no Brasil (não somos uma nação bicolor), que é inconstitucional, etc, parece não haver dúvida. Todos são argumentos fortes. Mas creio que poucos falam de um em especial: É a BAIXA RENDA e não a cor da pele que tem impossibilitado o acesso a educação de qualidade para milhares de brasileiros. Se sou um negro, por exemplo, com alto padrão de vida e quiser pagar uma Universidade, não é a cor de minha pele que vai impedir de estudar! Então, para que cotas para negros? Porque negros com alta renda devem ter “direito” às cotas? Porque brancos pobres não podem ter “direito às cotas? Se algum sistema de cotas deve ser estabelecido, que leve em consideração a renda, não a cor da pele! Ocorre que o mov. negro tem se fortalecido com o passar do tempo e vem tentando, com isso, conquistar na sociedade PRIVILÉGIOS, ao invés de DIREITOS.

    Responder
  31. Jesse Marlon  

    Cotas, fragmentos, retalhos, estilhaço, migalha…
    Nossa raça é apenas a humana, ela não é e nem deve ser por nada classificada, não somos quinhões para sermos divididos, e sim espíritos em corpos que por opção do criador têm cor.
    È tempo de pôr fim às lutas insensatas, e discriminações irracionais, tempo de perdão, de recomeço; e temos o privilégio de estamos nesse tempo, contribuindo com a evolução física e moral de nossa espécie.
    Vamos unir as cores e as dores e formar um mosaico blindado contra o orgulho e o egoísmo, que tanto têm nos atrasado.
    Chega, agora é daqui pra frente.

    Responder
  32. Diego Magalhaes Rodrigues  

    Velho vc concerteza e branco.
    se voce soubesse quantas pessoas sofrem preconceito por causa de sua cor ,raça ,etnia. mais ate ai nao prova nada porque quantos negros hoje estudam em escola particulares, qnd pesquisaram na minha escola o resultado ja foi esperado poucos.Entao eu estou começando a me aprofundar no assunto, e sei q o Brasil tem uma sociedade ipocrita ,que se diz um pais feito de misturas, mas quando nao houver uma sociedade como um todo sempre havera desigualdade com os menos favorecidos q nunca coseguirao pagar uma escola e muito menos uma faculdade particular e quando abre as portas para essas pessoas vcs querem fechalas.
    O problema e que eles concerteza vao ter mais competencia do que eu e vcs q so criticam.
    Eu tenho 14 anos.
    Ps:Desculpa os erros de portugues

    Responder
  33. Alexandre  

    Acho um tremendo absurdo a existência das cotas raciais, no Brasil toda a população possui descendência européia, africana ou indígena. Quem passa pela cota não possui capacidade, pois se possui-se passaria sem cota, pior quem passa por cota sabe disto, sabe que ganhou a vaga de modo vergonhoso. Sou descendente de negro, minha avó era negra, era porque infelizmente já faleceu. Minha avó era uma das pessoas mais inteligentes que já conheci, tenho certeza que ela morreria de vergonha do sistema de cotas, pois indica que um negro não tem competência para passar sem o sistema de cota, isto é o mesmo que dizer, sou inferior ao branco. Mais o pior que vai ocorrer é que após a formatura. Porque imagine você ir a um médico e quando entra na sala do médico ele é negro, na mesma hora irei pensar, será que ele é da cota? E depois saiu da sala dizendo qualquer coisa e vou procurar um médico branco, pois o branco vai ralar muito mais do que o preto. E isto não é racismo, será apenas a lei do mercado, PROCURO O MELHOR PROFISSIONAL. Para ser atendido por um profissional negro ele vai ter que me provar que é melhor do que um branco, será difícil, já que nem na universidade o negro entrou pela porta da frente. Com isto, imagine o prejuízo para todos os profissionais negros competentes. A esqueci, após a cota nas universidades virão as cotas no serviço publico, acho que no serviço publico, poço da incompetência, tem tudo haver. Em fim, tudo pela “POLITICAGEM” ou porcaria.

    Responder
  34. Tarcísio  

    Coerente o seu texto, penso da mesma forma. O sistema de cotas não agrega, divide. Só fico imaginando como será o futuro profissional dos “cotistas”, pois entrar na universidade por meio de “ações afirmativas” (detesto esses clichês) é uma coisa, conseguir emprego depois é outra bem diferente. Eu teria vergonha de entrar numa universidade dessa forma e confesso que vejo essas pessoas com um certo asco. Conversando com um conceituado professor de uma Universidade Federal, ele disse que a maioria dos estudantes que entra por meio de cotas acaba desistindo logo no primeiro ano, mas que o governo para justificar a “política racial”, só utiliza os dados a partir do segundo ano. Infelizmente vivemos num país do “faz de conta”, onde o governo tenta sanar os problemas nacionais por meio de paliativos, tipo: bolsa família/cotas/etc., que acabam não resolvendo nada. Essas aberrações/distorções só servem mesmo para angariar mais simpatizantes (votos), visando a perpetuação no poder.

    Responder
  35. Tiago  

    Sou totalmente conra qualquer tipo de segregação de “raças”. As pessoas são classificadas por letras: classe A, B, C.. cores: branco, negro, amarelo..a acabam se esquecendo que são todos humanos, pertencentes a uma única espécie,Homo Sapies.

    Os movimentos a favor de cotas,ou contra a descriminazação racial, no intuito de restaurar a igualdade dessas “raças”, rotulam o ser humano, fazem com que uma parte se sinta inferior a outra, promovendo assim mais desigualdade por conta dessa separação.

    Certamente não será com a criação de cotas nas universidades, ou criando o Dia da Consciência Negra, ou mesmo usando uma camiseta escrito ´100% NEGRO´ resolveremos o problema da descriminação racial e das desigualdades sociais exitentes em nosso país, promovendo a exaltação do orgulho racial jamais conseguiremos chegar lá

    Responder
  36. Cleonice costa  

    o problemas das cotas é uma maneira do Estado discriminar mais os negros se a constituição diz que todos somos iguais porque discriminar os negros com estas cotas que no meu ponto de vista não resolve o problema da demanda de vagas nas universidades e aliás o Brasil tudo copia porque sabemos que essas cotas são idéias de Americanos .Acontece que eles investem muito na educação a qui no Brasil os politicos gastam dinheiros com coisas insignificantes e se esquecem que so melhoraremos este país através da inclusão de todos principlamente os negros que contribuiram muito com suas culturas seu modo de viver enfim os negros merecem nosso respeito e gratidão.

    Responder
  37. junior  

    Olá pessoal as cotas raciais já começam errado pois do ponto de vista científico que eu saiba não exite “raças” mas a raça humana que é a do Homem Sapiens, mas não quero adentrar neste discurso etimológico, mas lembro que a nossa classe política junto com alguns “líderes do movimento negro” querem ditar esses nova História que é a das raças firmando entre nós que somos brancos ou negros, esses retrocesso ao ínicio do século passado quando nos EUA introduziram as primeiras políticas raciais e segregacionistas que se baseavam na gota de sangue única, pois aquele que possuía um único ancestral negro por mais branco que fosse seia considerado negro, enquanto isso aqui no Brasil no fim do século passado o discurso do racialismo científico afirmava que a miscigenação era causa das pessoas ficarem doente, um grupo de sanitaristas entre eles Juliano Moreira, diziam não a culpa não é da miscigenação é de um mosquito que fica la no pantano ou na água parada esse discurso anti-racista fazeria 30 anos depois Gilberto Freire lanaçar Casa Grande e Senzala e esse repúdio fazeria que nosso país passase todo século XX sem promulgar ou ortogar uma lei “racial”, pois o racismo existe no Brasil mas o que não existe é o ódio racial de massa.
    Essa desconstrução da miscigenação brasileira parti principalmente para criar por parte do governo, 1º: uma clientela política; 2º o advento de a afirmação de de certas classes no poder assim como acontece com algumas classes “religiosa” e outos mais que usando desse discurso de igual querem afirma-se no poder; 3º a melhor parte o governo não tem gasto nenhum, e ele tranfere o direito de um para outro simples pois o gasto é ZERO.
    Se realmente o interesse fosse inclusão social, igualdade e diminuir as disparidades regionais estariam discutindo uma revolução na educação de BASE nesse país. Mas enquanto gasta-se o dobro do valor do orçamento anual da educação na compra de 36 caças para as forças armadas passaremos a usar o PROUNI, PROJOVEM e COTA RACIAIS pois são medidas do tipo remendo para querer cicatrizar essas feridas ainda abertas no seio de nossa sociedade.
    E muitas vezes eu me pergunto porquê CUBA não tem cotas e um PIB muito menor do que o Brasil, a FINLÂNDIA, a CORÉIA DO SUL pois o sistema de educação propociona não idéia de COTAS, sendo assim encerro esse meu depoimento.
    ANTÔNIO MENDES JÙNIOR- GRADUANDO EM LICENCIATURA PLENA DE HISTÓRIA DA UEPB

    Responder
  38. JOAO HENRIQUE N. DE FREITAS  

    Políticos oportunistas fazem questão de confundir a população com os critérios equivocados. A concepção da terminologia “raça” não dá qualquer respaldo científico que viabilize esse sistema absurdo.
    Nos debates e fundamentações de quem defende o sistema de cotas raciais, percebo que se faz muita confusão com a chamada cota social. Tem muita gente que defende um sistema pensando se tratar do outro.
    A história já comprovou que a segregação não cabe nas relações humanas. A política oportunista e eleitoreira apresentada por alguns políticos irresponsáveis é nefasta, nos remetendo aos crimes cometidos contra a humanidade motivados por racismo, por ideologias políticas e religiosas imponderadas.
    Não há interesse da classe política em resolver o problema do ensino na origem – no ensino básico e fundamental – porque isso, certamente, levaria mais de 4 anos para apresentar resultados, prejudicando a reeleição. O caminho mais fácil é deteriorar o país com esse pseudo-privilégio nas universidades públicas, que já se estende aos concursos públicos e até à contratação de servidores em cargos de confiança, como ocorre na cidade do Rio de Janeiro.
    Importa investir-se na luta por igualdade de acesso às entidades públicas e não burlar-se o ingresso. Favorecer um grupo em detrimento de outro jamais poderá ser entendido como uma prática justa e legal.
    Conseguimos suspender as leis de cotas raciais no Rio de Janeiro. Espero, sinceramente, que o exemplo seja seguido nas outras unidades da Federação.
    João Henrique – advogado

    Responder
  39. Anita  

    Eu não sabia da existência de cotas para modelos negros dentro do SPFW.
    Medner, você pode dar mais detalhes?

    Só quero lembrar que as cotas, embora possam paracer, para alguns grupos, uma compensação justa, são no fundo uma ampliação do abismo que separa brancos e negros no Brasil. Legitimam a segregação.

    Vamos,gente, por favor, pensar não passionalmente, mas politicamente… para o futuro do pais, em que medida as cotas estão realmente sendo boas.

    As vagas nas universidades e seja lá onde for devem ser preenchidas por mérito. É comuma base meritocrática que se constroe uma sociedade mais justa.

    Gostaria de dividir com vocês este depoimento da prof. Yvonne Maggie sobre as cotas raciais:

    http://www.imil.org.br/milleniumtv/depoimento-da-prof%C2%AA-yvonne-maggie/

    Ainda há muito o que se discutir sobre este assunto.

    Responder
  40. Medner Badu  

    Bom vou falar da minha area que é moda …Esse ano as cotas de modelos negros dentro do SPFW,o maior evento de moda em São Paulo, foi diminuida pra menos de 10% dos modelos negros em cada marca, agora peço a voce leitor, me responda a seguinte pergunta …Igualdade pra vc eh dar 90% de uma sociedade que foi construida pelos negros onde os tals são os menos previlegiados por tamanho feito, nas maos de quem vive em constante racismo ??? Vivemos sim, um racismo legalizado…Eu como negro, como afrodescendente, como brasileiro, defendo sim a minha raça a minha cor e a minha raiz…Lembrando que o racismo nao existe somente de brancos para negros, mas concerteza somo os mais atingidos por tamanha desigualdade ….

    Responder
  41. Igor Jansen  

    Com certeza, esse sistema de cotas é uma subestimação á capacidade de intelectualidade dos negros. É vergonhosa essa contradição da constituição brasileira. “Direitos iguais para todos”.Onde?

    Responder
  42. Doginho Autor do post 

    Escrever besteiras?
    Meu caro, não preciso ficar mostrando casal de negros com filhos negros morando em Ipanema para dizer que acabou desigualdade. Basta olharmos ao nosso redor e veremos que muitos negros estão bem sucedidos, estão com uma carreira de vento em polpa.
    E sobre o que você citou dos que se dão bem e arrumam loiras, já parou para pensar que o preconceito está neles mesmos? Eles não se aceitam e por isso acham que uma loira vai mudar totalmente o jeito deles de pensar.
    E, sinceramente, seu comentário foi a coisa mais preconceituosa que já li, pois se você escreve isso querendo passar por entendido, defensor das classes, não fez nada mais do que ter a maior atitude discriminatória de todos afinal você que definiu as “funções” dos negros não foi? Pensa nisso.
    Ah, sobre a quantidade de amigos negros ou não, o que isso quer dizer? Ah, se eu tiver muitos, significa que sou uma pessoa evoluída e melhor? Não, meu caro. Acho que tem que rever seus conceitos por aí também.
    Ah, só para finalizar, você sabe que no Brasil a etnia é branca, negra, mulata, índia, parda.. não é? Se não sabia, espero que fique sabendo a partir de agora.

    Responder
  43. Manuel  

    Voce que escreve sobre as cotas e não concorda que os negros devem ser amparados desta forma para minimizar as desigualdades deste país, quando voce mostrar um casal de negros com filhos negros morando em Ipanema, volte a escrever estas besteiras. Mas enquanto não, cala a boca e se cuide pois a discriminação no Brasil é uma vergonha de dar pena. É uma coisa cínica que todos fingem que está tudo bem e não está. Se bobear, voce é do tipo que se um negro for morar no mesmo prédio onde moras, és capaz de se mudar só porque tem um negro morando de lado. É balela essa coisa de mistura. No Brasil existe a cor clara e a cor escura. A escura é para catar lixo, vagar pelas ruas, ser perseguido pela policia e aparecer no carnaval. Os poucos que se salvam jogam futebol e logo arrumam loiras (que só querem o dinheiro) como passaporte para mostrar que podem estar do lado dos brancos. Voce não tem noçao do que é ser discriminado. Pinta de preto e sái as ruas para sentir o que um negro sente quando anda pelas ruas. As risadinhas, piadinhas e aqueles que cutucam os outros e apontam sem o mínimo sentimento humano e falta de educaçao achando que são melhores. Voce sabia que tem cotas para as mulheres no congresso nacional e ninguem nunca falou nada? A cota não precisa ser definitiva, mas é uma forma de criar referencias. Assista o Globo Rural para ver se tem proprietário ou agricultor negro dono de fazenda. Vê sem nos parques de diversão de verdade tirando o Piscinão se tem negro, é claro que tirando as praias onde tudo nào passa de uma bagunça. Quantos amigos negros voce tem e que frequentam a tua casa e voce a casa deles? Falar é fácil, sentir na pele é outra história.

    Responder
  44. Doginho Autor do post 

    Concordo, vários direito foram renegados.
    Mas como você mesmo falou “História”. Muita coisa mudou hoje em dia e não há só negros ou índios marginalizados e essa “recompensa” não deveria acontecer na forma de um preconceito legalizado, o que é crime no meu ponto de vista.
    E o caso onde gêmeos idênticos foram segregados? Um entrou pelas cotas e outro não? Imperícia? Imperfeição? Sim, essas duas coisas, pois no Brasil praticamente ninguém pode alegar que não possua qualquer descendência negra e isso torna ainda mais difícil tal classificação.
    E ascensão desigual? Bem, aconteceu muito, no entanto na atualidade você vê que a figura é outra, muitos negros têm bem mais condições financeiras do que antes.
    E eu discordo mais porque se quer melhorar o ensino, o qual foi o objetivo da criação das cotas, além de tentar promover o fim da desigualdade social, o governo começou de maneira errada, afinal a reforma tem que acontecer de baixo para cima e não o contrário.

    Responder
  45. lindinalva  

    Nao sou contra ao sistema de cotas, porém acho que o sistema achou uma forma de recompesar os negros e os indios pelas atrocidades cometidas no passado, acredito não ser a melhor forma, porém quem discutirá uma ascessão desigual quando foi relegado desde o princípio de sua História vários direitos?

    Responder
  46. Michel  

    Tá, não considero isso uma espécie de preconceito com as outras pessoas quando se diz que quem passou com menos pontos entrou na universidade, já a pessoa com mais pontos não. Acho que isso não tem muito a ver com “eu fui melhor, então eu tenho mais direito de entrar do que você”. Isso tem mais a ver com política social.

    Bom, não querendo generalizar, mas a maior parte de negros e índios existentes no país, é marginalizada e, sim, discriminada – podem dizer que dar as cotas é um tipo de discriminação, dizendo que eles não são capazes, mas acho que o mérito não é esse.

    Imagine um negro ou índio que passou pelo sistema de cotas. Pressupondo-se que ele viva num meio segregado da sociedade. Meio este que em muito poucas situações conheceu o sucesso do povo de lá. Imagine esta pessoa indo para uma universidade! Penso que isso seria um ânimo para este meio onde ele vive, de que eles também podem conseguir algo melhor do que a vida lhes designou desde muito tempo.

    Não sou contra a cota, só acho equivocada a forma como foi divulgada, o que gera algum preconceito da própria cota. A constituição diz que todos são iguais perante a lei. Sim, este é o princípio da isonomia. Mas acho ele um pouco equivocado, e prefiro o princípio da igualdade, que reza que se deve tratar desigualmente os desiguais para, enfim, alcançar a igualdade.

    Anyway, opinião dada. =x

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *