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A música dos Quatis

Não tenho muito o que falar desse vídeo…

é a simples historia de um homem e sua coleção de Quatis.

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Até a próxima.

A real falta do quê fazer…

Bem, junho se passou e com ele ficou as músicas das pseudo bandas de forró que acham que é só colocar alguma dançarina rebolando, mostrando até o útero, em outras palavras, quase um exame ginecológico.
Enfim, lá estou eu olhando o YouTube e o que encontro? Sim..um clipe de uma dessas músicas de Forró que realmente acrescentam algo na nossa vida =P
E como eu sou uma pessoa que não gosta de sofrer sozinho, claro que estou aqui para dividir com vocês. Ah, só mais uma coisa: Não é um clipe de verdade é apenas uma tiração de onda usando bonequinhos stick, sabe? Aqueles risquinhos com uma bola como cabeça =P

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O Ébrio

Houve, certa vez, no Rio de Janeiro (quando esta aidna era capital do Brasil) um cantor que com um Lá Sustenido fez quebrar mais de cem taças de vidro.

Este era Vicente Celestino que foi um dos grandes cantores que o nosso querido país já teve.

Aliás, ele é um dos cantores de maior carreira entre os tupiniquins, gravou quase 200 discos,  foi ator, compositor,  sapateiro, vendedor de peixe,  jornaleiro, enfim… eram outros tempos.

Fato é que ele tem como músicas mais conhecidas “Patativa”, “à luz do luar”, porém, acho que seu sucesso maior, é uma música trágica e sofrida cantada por um bêbado.

“O ébrio”(a quem interessar possa, ébrio é o mesmo que bêbado) é uma canção triste de um ser infeliz que chora as amarguras da vida. Foi feito até um filme dirigido pela esposa de Vicente Celestino, Gilda Abreu.

E venhamos e convenhamos. Chega a doer o coração:

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“A gente quer saber por que você bebe.”

não sei porquê, mas me identifiquei com a bebedeira.

até a próxima.

Nós que aqui estamos por vós esperamos.

Eu tenho muito tempo ocioso normalmente, nas férias o “normalmente” se torna “tempo integral”. Aí eu fico vagando por sites, lendo artigos, baixando filmes, etc. Tudo que a internet nos proporciona.

Nessa de baixar filmes inéditos e rever filmes antigos, resolvi re-assistir um filme muito interessante chamado “Nós que aqui estamos por vós esperamos” (Marcelo Masagão – 1999).

O filme é um relato de como foi o século XX, porém de uma forma diferente. O filme não tem locutor, não tem depoimentos, conta histórias reais e ficticias, não tem uma história linear, em certos momentos sequer trilha sonora ele tem. Mas era isso mesmo que o o diretor queria na tentativa de fazer um paralelo de como a morte é banalizada e, por consequencia, a vida também.

Marcelo Mansagão explica como veio a iniciativa para o filme:

Durante três anos estudei o século XX exaustivamente. No início de meus estudos, cheguei perto de uma crise de esquizofrenia. Só acalmei e consolei-me quando percebi que mais esquizofrênico que eu era o próprio século. Em nenhuma outra época histórica a dualidade CRIAÇÃO/DESTRUIÇÃO se manifestou de forma tão POTENCIALIZADA. Qual aspecto deste século discutir, se os assuntos são tão intrincados, contraditórios e difíceis de se compreender?

Resolvi discutir um dos fatos que mais me chamam a atenção neste final de século.

Comecei então a visitar cemitérios e imaginar pequenos recortes biográficos da vida de pessoas que eu não conhecia. Como por exemplo, que time de futebol torcia José da Silva que durante 40 anos trabalhou numa linha de produção de Veículos da Renault…

Comecei a imaginar como esses detalhes de cada pessoa ali morta poderia conectar-se com os fatos históricos ou tendências comportamentais do século.

Pensar também como, na maioria das vezes, os pequenos personagens não só avalizam como dão consistência singular ao discurso maluco dos grandes personagens.

Apesar de falar muito da história do século, minha intenção não foi ser enciclopedista, professoral ou mesmo respeitar a linearidade temporal dos fatos.

Tomei duas decisões importantes ao desenhar meu documentário: não coloquei nenhum dado estatístico e nenhum tipo de locução no documentário.

O locutor é um personagem que geralmente ocupa o papel de ator principal na maioria dos documentários. É como se a realidade sempre necessitasse do aval da PALAVRA para ter legitimidade. Cada vez mais considero que a palavra em forma de fala é muito limitada e comunica muito pouco.

O locutor parece querer sistematizar o buraco do não compreendido.

Além do que o locutor adora vomitar dados estatísticos – e quando se fala de morte, a estatística vale pouco. Na morte, não interessa o milhar, mas a unidade-próxima. Ouvir notícias de milhares de mortos na Guerra da Bósnia, na fome africana ou no desastre de avião, parece sonorizar pouco e só acaba tendo dimensão real se o morto em alguma dessas catástrofes for meu parente ou amigo.

Resolvi também tirar todo tipo de depoimento, pois sejam de grandes ou de pequenos personagens, os depoimentos parecem estar cada vez mais fadados ao espetáculo, ao ego mentirinha, a dizer pouco sobre nossa complexa e conturbada vida psíquica.

Colocando só música, ruídos e silêncios, procurei não tapar o buraco do desconhecido, do não dito, do não que talvez seja o sim, ou, quem sabe, o talvez.

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Eu, particularmente, acho que este é um daqueles filmes que tem de ser visto por todas as pessoas. É um filme reflexivo, que faz pensar como cada ser humano acaba por ser instrumentalizado e equiparado para ser uma engrenagem na sociedade.

Existe o Soldado para ferir, o médico para tentar curar o ferido que o soldado causou e o coveiro para enterrar o ferido caso o medico não consiga salva-lo. A pessoa não importa, o que importa é a função dela.

Mas esse bla bla bla todo eu não preciso dizer… basta apenas assistirem ao filme (que, por acaso, achei completo no youtube, porém dividido em partes)

Parte 1:

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para assistir ao resto do filme é só clicar nos links abaixo:

PARTE 2PARTE 3PARTE 4PARTE 5PARTE 6PARTE 7PARTE 8 (final)

Até a próxima.

A batalha das toninhas

Eu já tinha ouvido falar na Batalha das Toninhas, mas não lembrava dela.

A quem interessar possa, a chamada Batalha das Toninhas foi um evento ocorrido com a Marinha do Brasil, no estreito deGibraltar, em Novembro de1918, portanto ao final da Primeira Grande Guerra.

Os navios da Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG) receberam ordens do Almirantado inglês para seguirem para Gibraltar. O Almirante Pedro Max Fernando Frontin fora alertado para tomar cuidado, pois o encouraçado HMS Britania, designado para acompanhar a flotilha brasileira havia sido afundado por um submarino alemão, e havia um alerta da presença de mais submarinos na área.

Nesse contexto, o Cruzador Bahia confundiu um cardume de toninhas com o rastro de um periscópio de submarino alemão, resultando no ataque ao cardume. (Fonte: Wikipedia)

Se quiser saber mais sobre a patética participação do Brasil na Primeira GUerra Mundial você pode ler clicando aqui.

Mas, se quiser saber mais sobre a Batalha das Toninhas… assista este vídeo de um professor de cursinho.

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Não sei ao certo (o Doginho pode falar melhor sobre isso já que ele é da área de direito), mas uma vez me disseram que filmar uma aula é ilegal pois ela é de propriedade intelectual do professor.

Mas quem se importa? O cara é engraçadíssimo!

Até a próxima.

A Pimenta e o Sambista

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Adoniran Barbosa e Elis Regina – ” Iracema “; “Um samba no Bexiga” e “Saudosa Maloca” – 1978

Passei horas pensando em algo para escrever sobre esses dois gênios.

Mas então me lembrei que uma vez perguntaram ao Rodin “como ele conseguia fazer aquelas esculturas tão maravilhosas?”, e ele respondeu: “Eu simplesmente pego um bloco de pedra e tiro dele tudo o que é sobra.”

Ou seja, não é preciso muita coisa pra explicar a genialidade.

até a próxima.

Eu não sei parar de te olhar!

Eu particularmente acho “Closer” um dos filmes mais legais sobre relacionamento que já foi feito. É um filme onde as relações são tratadas de forma crua, um filme onde é mostrado apenas os momentos mais perigosos dos relacionamentos, sem enrolação, sem tornar mais branda a linguagem do filme em nenhum momento, nenhuma cena de casamento, nenhum “e viveram felizes para sempre”, nada.

Tudo isso, aliás, sendo conduzido ao som de uma das músicas mais tocantes que eu ouvi nos ultimos tempos: “Can’t take my eyes off you“.

Aí vem a Ana Carolina, pega essa pérola, joga aos porcos, e transforma em “Eu não sei parar de te olhar”.

Eu comparo essa versão dela a quando a Banda Nenhum de Nós pegou “Starman” do David Bowie e transformou em “Astronauta de Mármore”… ficou uma coisa bem nada a ver, mas muita gente gostou.

Compare:

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Starman – David Bowie

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Astronauta de mármore – Nenhum de nós

Mas enfim, porque esse “bla bla bla” todo? É porque eu sei, do fundo da minha alma, que ninguem vai encarar a música da Ana carolina a sério depois de assistir a isto:

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Sem mais,

Até a próxima.

X-Disney?

Bem, como vocês bem sabem a Central Uninuni de Entreterimento procura cada vez mais assuntos e vídeos interessantes para poder compartilhar com esses que são nossos leitores assíduos e que, com certeza, não podem deixar de observar uma oportunidade como essa.
Então, lá estava eu pelo Youtube vagando procurando algo interessante quando me deparo com esse videozinho super legal, onde acontece uma dublagem da chamada do filme X-men, no entanto são utilizados os personagens da Disney! Espero que curtam tanto quanto eu^^
Comenta aí! =P

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Van Canto

Olá pessoas,

Após muitos posts sobre mestres tocando isso ou aquilo, resolvi postar sobre essa banda.

É uma banda de metal, não sei exatamente que tipo de metal.

Essa é a hora que alguns pensam: “Metal??? Eca! Um povo gritando, com um monte de instrumentos fazendo barulho.”

Aí é que está o segredo…

Instrumentos? Quem precisa?

Van canto é uma banda que trabalha especificamente com a voz!

Eles não ficam fazendo “tun,tun,tun,tun” com a boca. É algo extremamente trabalhado.

Catei alguns videos pra vocês verem:

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Eles fizeram um cover da música Battery de Metallica:

[Sugiro que escutem a versão original e depois a do Van canto para uma melhor avaliação]

Original:

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Van canto:

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[Ps:fica melhor com o fone de ouvido!]

Música clássica em copos d’agua…

Nós aqui no UNINUNI já mostramos como a música cria varias vertentes possíveis.

Já mostramos um Piano tocando as  músicas de ZELDA e como Celos tocando Rock’n'roll pode ser sensacional.

Mas usar instrumentos classicos para tocar músicas diversas é facil…

Legal mesmo é usar coisas inusitadas para tocar música clássica.

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há outros videos no profile do cidadão, e você pode visita-lo clicando aqui.

Mas não antes de conferir o resto do UNINUNI, claro.

Até a próxima.


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