Categoria "Devaneios"
Não sei se existe algum leitor extremamente atento que vai notar que hoje é um dia atípico, um encontro místico e fenomenal de parte dos responsáveis por este maravilhoso site. Embalados ao som do violão com aquelas músicas clássicas de festas de família alguém faz uma pergunta um tanto inusitada: vocês conhecem alguma padaria boa, que passa 8h para fazer um mísero pão francês?
Vou deixar vocês pensarem numa resposta apropriada.
Enquanto isso, uma pitada de conhecimento inútil que pode tirar o sono por alguns momentos:
Quando você estiver de bobeira no youtube, experimente usar as setas do teclado.

Sim, é isso mesmo, você pode jogar Snake enquanto espera o vídeo carregar. Essa informação é um tanto perigosa, esse joguinho pode viciar.
Devaneios
Arlequina, 18 de dezembro
Aqui fala vosso correspondente Pluck, baixinho, verde e com sérios problemas de dicção.
Estava eu aqui pensando nas árvores… as árvres somos nozes… as nozes são do tico e teco… e o tico e o teco não se batem faz tempo…
Para quem não sabe, tem carangueijo que sobe em árvore e peixe que voa…, salmão é um peixe, laranja é uma fruta e o fucsia só existe na sua cabeça…
Só lembrando… deus é dez, romário é onze e acima de doze eu tô pegando…
ps: os mamonas nos ensinaram que comer mamíferos pequenos de armadura… é bom.
Devaneios, Humor
Pluck, 18 de dezembro

Fonte: não lembro =P
Devaneios
Badger, 05 de novembro
Essa é uma pergunta que freqüentemente nos fazemos quando estamos realizando as mais diversas atividades ou até mesmo as mais diferenciadas situações: Por que é tão difícil? E, na maioria das vezes, não obtemos respostas que sejam satisfatórias ou que possam, pelo menos, acalmar o nosso ego. No máximo obtemos uma suposição que pode nos enganar e fazer com que achemos que está resolvido, mas não é assim.
Quantas vezes nos pegamos no meio de um trabalho e quando chegamos em determinado ponto ficamos perdidos sem saber como nos posicionar, como iremos prosseguir a até mesmo se somos capazes de fazer uma coisa dessa, afinal parece que encontramos o nosso desafio final! Isso mesmo, nós chegamos a um beco sem saída.
Ou até mesmo nos nossos relacionamentos, quantas situações fortes e difíceis acontecem que parecem significar o fim de tudo àquilo que você construiu e descobriu com o passar o tempo, facetas que fazem você pensar e refletir em tudo o que passou e mais uma vez surge a sua interrogação: “Por que é tão difícil?”
Bem, não sei a resposta para isso (pra variar), mas sei apenas que se você se pergunta a razão da dificuldade e mesmo assim continua em frente, sem ao menos hesitar é porque vale a pena! Isso mesmo, tudo vale a pena, não importa o grau, o número ou o gênero da dificuldade, se vale a pena é o resultado que você espera no final!

Vago? Sim, mas sei lá não estou muito à vontade em ordenar pensamentos hoje, esperam que leia, tenham suas viagens e comentem o que acharam.
Fuiê! =)
Devaneios
Doginho, 08 de fevereiro
Sabe o que sempre me incomodou no Brasil? A idéia de que “se é nacional não é bom!”
O Brasil só tem direito a exportar futebol e petróleo, são as únicas coisas que o Brasil tem que presta. O que eu acho triste.
Ai leio no jornal que morreu João Gurgel, o empresário que tentou construir uma marca de carros 100% brasileira e foi a falencia exatamente pela politica economica do Brasil.
Queria eu que o Brasil tivesse um pequeno impeto nacionalista que os militares da ditadura tinham (a unica coisa que achava valida na ditadura era o impeto nacionalista, visto que se não houvessem eles este ímpeto, não haveriam criado a tecnologia do alcool da cana de acucar, já que o Brasil, um paí soberano, não poderia ficar refem do pretróleo estrangeiro, e hoje eh carro chefe em combustivel limpo e renovável…)
Mas não, brasileiro continua com complexo de vira-lata, penalty e topper são ruins, nike e addidas é bom…
Resultado desses anos e anos de marcas nacionais a revelia do Governo federal? Hoje são poucas as marcas brasileiras que podem concorrer no mercado mundial.
É triste para mim, como alguem que gosta do Brasil, ver que o importante está lá fora. Que visionários como o Sr. Gurgel tem que brigar contra o próprio país para ter seu lugar ao sol. (afinal, a Gurgel foi pro buraco quando quando o presidente Fernando Collor baixou o imposto para motores de 1.000 cm³ de cilindrada, usados nos carros importados enquantos os de 800 cm³ do senhor Gurgel continuavam com impostos altos).
Odeio a apatia brasileira e as vezes sinto vontade de ir embora, não por causa do Brasil, mas por causa do brasileiro.
não àtoa existe um ditado que diz: Deus criou uma bela terra chamada Brasil e deu a ela um grande defeito, o brasileiro.
Mas voltando ao assunto Gurgel, vagando pela net achei esse documentario feito por alunos daUSP sobre a marca Gurgel e acho que todo brasileiro que se preza deveria assisti-lo e refletir um pouco sobre a nossa sociedade taxativa e que faz questão de ficar refém dos outros que fazem.
Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4
Parte 5

Parte 6
Até a próxima.
Eu tenho visto bastante falar dessa nova empreitada do Mauricio de Sousa e me interessei em saber como era, afinal, eu tambem cresci lendo a turma da mônica, aliás, fato que eu me alfabetizei lendo estes gibis.
Catei então na net a edição #1 para dar uma lida em meio as críticas do pessoal mais velho dizendo que “esses não são os personagens que aprendemos a amar”.
Então, eu baixei (pra não ter que comprar algo incerto), li e gostei.
Sério, apesar da história ser rasa e até meio boba e do nada ele dizer que as famílias do Cebolinha, Mônica, Cascão e Magali são originarios do Japão (sim, também fiquei supreso) a história é engraçada e trás algo novo.
As características marcantes dos personagens foram mudadas, é verdade, mas o cebolinha (agora Cebola) ainda trocar seus “erres”, a mônica ainda tem seu ataques, a magali ainda se deixa comer mais do que deveria e o cascão, ainda que tome banho (sim, ele toma uns dois banho por semana… e passa perfume), preserva um pouco de sujeira.
Fato é que as pessoas não gostam que seus ídolos sejam mutantes. Eles querem ter uma lembrança daquilo como era pra sempre, por isso essa mudança é tão questionada por leitores mais velhos. Mas eu vejo com bons olhos, não foi uma coisa forçada… é quase como a continuação de uma novela, anos depois.
Eu vou comprar a segunda e a terceira edição para ver como será conduzida essa história toda e aí volto a dar uma nova analisada depois. Mas, por hora, se quiserem dar uma olhada em como está a edição n°1 da revista basta fazer o download clicando aqui.
Mas venhamos e convenhamos, a mônica ficou gostosa…

até a próxima.
Anime e Mangá, Devaneios, Humor
cottonboy, 29 de novembro
Na minha faculdade foi aberta uma vasta discussão quando foi instituido que a TV deveria por “classificação etária” dos programas que ela iria exibir. Uns defendiam, outros discordavam, uns não tinham idéia formada e outros cagavam e andavam só queriam receber a presença e ir embora pra casa (três vivas pra o curso de publicidade).
Eu era do grupo dos que cagavam e andavam. Mas não por ser um aluno relapso… mas por achar que era uma discussão inútil. A tv no Brasil tem problemas muitos mais sérios, ao meu ver, que uma simples classificação etária.
Por exemplo, eu acho completamente insano achar um absurdo passar uma cena de sexo na sessão da tarde, por exemplo, enquanto programas vespertinos mostram gente morta, violência, polícia torcando tiro com a polícia, menina sendo jogada de janela, menino sendo arrastado pelo cinto de segurança do carro, adolescente morta por namorado e amiga baleada na cara…
Quer dizer que uma manifestação de amor entre dois seres da mesma raça é algo repugnante. Mas tiro na cabeça é algo aceitavel?
Sei… a indústria do medo que o diga.
Aí eu recebo um e-mail mostrando como é um livro infantil alemão. Sintam a completa diferença:
![[a.jpg]](http://4.bp.blogspot.com/_0APIxqeKJsM/SEheTdPg8jI/AAAAAAAAAzY/SDIWhJCD2ZQ/s1600/a.jpg)
(mais…)
Tudo bem, o Paulo Coelho pode até se achar o intelectual mais importante do Brasil (tudo bem também que só ele e a mãe dele acham isso).
Mas isso há de mudar, caros amigos.
Até mesmo Paulo Coelho tem de se curvar e reconhecer que o próximo presidente da academia brasileira de letras já está nas vias de fato.
Só precisa mais uma ou duas redações como esta e é barbada:

Vamos as revoluções do cidadão:
- “50% dos negros são brancos”
- “Loiros podem ser Afro-africanos”
- “Se houvesse cota pra bêbado o Lula seria doutor”
- “O Lula bebe porque os homossexuais são desfavorecidos”
- “O vestibular é ineficiente e fálico (ele deve estar se referindo ao canudo do diploma)”
- “O miss universo só é universo porque não sabemos se et´s são bonitos”
Mas o melhor foi ele dar a idéia do sorteio de vagas, que me lembrou de uma piada interessante:
O responsável pelo RH de uma empresa chegou para o presidente da empresa e disse:
– Recebemos 700 curriculuns para a vaga que está em aberto.
– Ok, pegue os 30 primeiros e joges o resto no lixo.
– O que? Mas senhor, o melhor deles pode estar no meio destes 670.
– Mas eu não quero ninguém sem sorte trabalhando pra mim.
Mais surpreendente é que ele só tirou 7,0.
O Colégio Dom Bosco não conseguiu idealizar a mente brilhante deste sujeito. As pessoas a frente do seu tempo sempre são incompreendidas.
Até a próxima.
Devaneios, Humor
cottonboy, 04 de agosto
Mais um ano de eleição, e la vamos nós ter que ouvir esse bando de calhorda dizer ser o melhor para a nossa cidade.
Se lembram das ultimas eleições? A quantidade de candidatos bizarros?
Seria cômico, não fosse trágico.
Agora vai começar tudo de novo.
ou melhor, eu disse vai? Já começou.

Eis aqui um legítimo candidato a vereador em Aracaju – Sergipe. Robin!
Santa campanha eleitoral, batman.
Macaco Tião e o Rinoceronte Cacareco ficariam com inveja.
até apróxima.
foto via Rafael Galvão.
Devaneios, Humor
cottonboy, 04 de agosto
Eu tenho muito tempo ocioso normalmente, nas férias o “normalmente” se torna “tempo integral”. Aí eu fico vagando por sites, lendo artigos, baixando filmes, etc. Tudo que a internet nos proporciona.
Nessa de baixar filmes inéditos e rever filmes antigos, resolvi re-assistir um filme muito interessante chamado “Nós que aqui estamos por vós esperamos” (Marcelo Masagão – 1999).

O filme é um relato de como foi o século XX, porém de uma forma diferente. O filme não tem locutor, não tem depoimentos, conta histórias reais e ficticias, não tem uma história linear, em certos momentos sequer trilha sonora ele tem. Mas era isso mesmo que o o diretor queria na tentativa de fazer um paralelo de como a morte é banalizada e, por consequencia, a vida também.
Marcelo Mansagão explica como veio a iniciativa para o filme:
” Durante três anos estudei o século XX exaustivamente. No início de meus estudos, cheguei perto de uma crise de esquizofrenia. Só acalmei e consolei-me quando percebi que mais esquizofrênico que eu era o próprio século. Em nenhuma outra época histórica a dualidade CRIAÇÃO/DESTRUIÇÃO se manifestou de forma tão POTENCIALIZADA. Qual aspecto deste século discutir, se os assuntos são tão intrincados, contraditórios e difíceis de se compreender?
Resolvi discutir um dos fatos que mais me chamam a atenção neste final de século.
Comecei então a visitar cemitérios e imaginar pequenos recortes biográficos da vida de pessoas que eu não conhecia. Como por exemplo, que time de futebol torcia José da Silva que durante 40 anos trabalhou numa linha de produção de Veículos da Renault…
Comecei a imaginar como esses detalhes de cada pessoa ali morta poderia conectar-se com os fatos históricos ou tendências comportamentais do século.
Pensar também como, na maioria das vezes, os pequenos personagens não só avalizam como dão consistência singular ao discurso maluco dos grandes personagens.
Apesar de falar muito da história do século, minha intenção não foi ser enciclopedista, professoral ou mesmo respeitar a linearidade temporal dos fatos.
Tomei duas decisões importantes ao desenhar meu documentário: não coloquei nenhum dado estatístico e nenhum tipo de locução no documentário.
O locutor é um personagem que geralmente ocupa o papel de ator principal na maioria dos documentários. É como se a realidade sempre necessitasse do aval da PALAVRA para ter legitimidade. Cada vez mais considero que a palavra em forma de fala é muito limitada e comunica muito pouco.
O locutor parece querer sistematizar o buraco do não compreendido.
Além do que o locutor adora vomitar dados estatísticos – e quando se fala de morte, a estatística vale pouco. Na morte, não interessa o milhar, mas a unidade-próxima. Ouvir notícias de milhares de mortos na Guerra da Bósnia, na fome africana ou no desastre de avião, parece sonorizar pouco e só acaba tendo dimensão real se o morto em alguma dessas catástrofes for meu parente ou amigo.
Resolvi também tirar todo tipo de depoimento, pois sejam de grandes ou de pequenos personagens, os depoimentos parecem estar cada vez mais fadados ao espetáculo, ao ego mentirinha, a dizer pouco sobre nossa complexa e conturbada vida psíquica.
Colocando só música, ruídos e silêncios, procurei não tapar o buraco do desconhecido, do não dito, do não que talvez seja o sim, ou, quem sabe, o talvez. ”
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Eu, particularmente, acho que este é um daqueles filmes que tem de ser visto por todas as pessoas. É um filme reflexivo, que faz pensar como cada ser humano acaba por ser instrumentalizado e equiparado para ser uma engrenagem na sociedade.
Existe o Soldado para ferir, o médico para tentar curar o ferido que o soldado causou e o coveiro para enterrar o ferido caso o medico não consiga salva-lo. A pessoa não importa, o que importa é a função dela.
Mas esse bla bla bla todo eu não preciso dizer… basta apenas assistirem ao filme (que, por acaso, achei completo no youtube, porém dividido em partes)
Parte 1:
para assistir ao resto do filme é só clicar nos links abaixo:
PARTE 2 – PARTE 3 – PARTE 4 – PARTE 5 – PARTE 6 – PARTE 7 – PARTE 8 (final)
Até a próxima.
Devaneios, Filmes, Videos
cottonboy, 29 de julho
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