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Categoria "Devaneios"Por que é tão difícil?
Essa é uma pergunta que freqüentemente nos fazemos quando estamos realizando as mais diversas atividades ou até mesmo as mais diferenciadas situações: Por que é tão difícil? E, na maioria das vezes, não obtemos respostas que sejam satisfatórias ou que possam, pelo menos, acalmar o nosso ego. No máximo obtemos uma suposição que pode nos enganar e fazer com que achemos que está resolvido, mas não é assim. Quantas vezes nos pegamos no meio de um trabalho e quando chegamos em determinado ponto ficamos perdidos sem saber como nos posicionar, como iremos prosseguir a até mesmo se somos capazes de fazer uma coisa dessa, afinal parece que encontramos o nosso desafio final! Isso mesmo, nós chegamos a um beco sem saída. Ou até mesmo nos nossos relacionamentos, quantas situações fortes e difíceis acontecem que parecem significar o fim de tudo àquilo que você construiu e descobriu com o passar o tempo, facetas que fazem você pensar e refletir em tudo o que passou e mais uma vez surge a sua interrogação: “Por que é tão difícil?” Bem, não sei a resposta para isso (pra variar), mas sei apenas que se você se pergunta a razão da dificuldade e mesmo assim continua em frente, sem ao menos hesitar é porque vale a pena! Isso mesmo, tudo vale a pena, não importa o grau, o número ou o gênero da dificuldade, se vale a pena é o resultado que você espera no final!
Vago? Sim, mas sei lá não estou muito à vontade em ordenar pensamentos hoje, esperam que leia, tenham suas viagens e comentem o que acharam. Gurgel – Sonhos Enferrujam…
Sabe o que sempre me incomodou no Brasil? A idéia de que “se é nacional não é bom!” O Brasil só tem direito a exportar futebol e petróleo, são as únicas coisas que o Brasil tem que presta. O que eu acho triste. Ai leio no jornal que morreu João Gurgel, o empresário que tentou construir uma marca de carros 100% brasileira e foi a falencia exatamente pela politica economica do Brasil. Queria eu que o Brasil tivesse um pequeno impeto nacionalista que os militares da ditadura tinham (a unica coisa que achava valida na ditadura era o impeto nacionalista, visto que se não houvessem eles este ímpeto, não haveriam criado a tecnologia do alcool da cana de acucar, já que o Brasil, um paí soberano, não poderia ficar refem do pretróleo estrangeiro, e hoje eh carro chefe em combustivel limpo e renovável…) Mas não, brasileiro continua com complexo de vira-lata, penalty e topper são ruins, nike e addidas é bom… Resultado desses anos e anos de marcas nacionais a revelia do Governo federal? Hoje são poucas as marcas brasileiras que podem concorrer no mercado mundial. É triste para mim, como alguem que gosta do Brasil, ver que o importante está lá fora. Que visionários como o Sr. Gurgel tem que brigar contra o próprio país para ter seu lugar ao sol. (afinal, a Gurgel foi pro buraco quando quando o presidente Fernando Collor baixou o imposto para motores de 1.000 cm³ de cilindrada, usados nos carros importados enquantos os de 800 cm³ do senhor Gurgel continuavam com impostos altos). Odeio a apatia brasileira e as vezes sinto vontade de ir embora, não por causa do Brasil, mas por causa do brasileiro. não àtoa existe um ditado que diz: Deus criou uma bela terra chamada Brasil e deu a ela um grande defeito, o brasileiro. Mas voltando ao assunto Gurgel, vagando pela net achei esse documentario feito por alunos daUSP sobre a marca Gurgel e acho que todo brasileiro que se preza deveria assisti-lo e refletir um pouco sobre a nossa sociedade taxativa e que faz questão de ficar refém dos outros que fazem.
Parte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4
Parte 5 Parte 6
Até a próxima. Turma da Mônica Jovem
Eu tenho visto bastante falar dessa nova empreitada do Mauricio de Sousa e me interessei em saber como era, afinal, eu tambem cresci lendo a turma da mônica, aliás, fato que eu me alfabetizei lendo estes gibis. Catei então na net a edição #1 para dar uma lida em meio as críticas do pessoal mais velho dizendo que “esses não são os personagens que aprendemos a amar”. Então, eu baixei (pra não ter que comprar algo incerto), li e gostei. Sério, apesar da história ser rasa e até meio boba e do nada ele dizer que as famílias do Cebolinha, Mônica, Cascão e Magali são originarios do Japão (sim, também fiquei supreso) a história é engraçada e trás algo novo. As características marcantes dos personagens foram mudadas, é verdade, mas o cebolinha (agora Cebola) ainda trocar seus “erres”, a mônica ainda tem seu ataques, a magali ainda se deixa comer mais do que deveria e o cascão, ainda que tome banho (sim, ele toma uns dois banho por semana… e passa perfume), preserva um pouco de sujeira. Fato é que as pessoas não gostam que seus ídolos sejam mutantes. Eles querem ter uma lembrança daquilo como era pra sempre, por isso essa mudança é tão questionada por leitores mais velhos. Mas eu vejo com bons olhos, não foi uma coisa forçada… é quase como a continuação de uma novela, anos depois. Eu vou comprar a segunda e a terceira edição para ver como será conduzida essa história toda e aí volto a dar uma nova analisada depois. Mas, por hora, se quiserem dar uma olhada em como está a edição n°1 da revista basta fazer o download clicando aqui. Mas venhamos e convenhamos, a mônica ficou gostosa…
até a próxima. Livro infantil alemãoNa minha faculdade foi aberta uma vasta discussão quando foi instituido que a TV deveria por “classificação etária” dos programas que ela iria exibir. Uns defendiam, outros discordavam, uns não tinham idéia formada e outros cagavam e andavam só queriam receber a presença e ir embora pra casa (três vivas pra o curso de publicidade).
Eu era do grupo dos que cagavam e andavam. Mas não por ser um aluno relapso… mas por achar que era uma discussão inútil. A tv no Brasil tem problemas muitos mais sérios, ao meu ver, que uma simples classificação etária. Por exemplo, eu acho completamente insano achar um absurdo passar uma cena de sexo na sessão da tarde, por exemplo, enquanto programas vespertinos mostram gente morta, violência, polícia torcando tiro com a polícia, menina sendo jogada de janela, menino sendo arrastado pelo cinto de segurança do carro, adolescente morta por namorado e amiga baleada na cara… Quer dizer que uma manifestação de amor entre dois seres da mesma raça é algo repugnante. Mas tiro na cabeça é algo aceitavel? Sei… a indústria do medo que o diga. Aí eu recebo um e-mail mostrando como é um livro infantil alemão. Sintam a completa diferença:
Acadêmico Aspirante BrasileiroTudo bem, o Paulo Coelho pode até se achar o intelectual mais importante do Brasil (tudo bem também que só ele e a mãe dele acham isso).
Mas isso há de mudar, caros amigos. Até mesmo Paulo Coelho tem de se curvar e reconhecer que o próximo presidente da academia brasileira de letras já está nas vias de fato. Só precisa mais uma ou duas redações como esta e é barbada: Vamos as revoluções do cidadão:
Mas o melhor foi ele dar a idéia do sorteio de vagas, que me lembrou de uma piada interessante: O responsável pelo RH de uma empresa chegou para o presidente da empresa e disse: – Recebemos 700 curriculuns para a vaga que está em aberto. – Ok, pegue os 30 primeiros e joges o resto no lixo. – O que? Mas senhor, o melhor deles pode estar no meio destes 670. – Mas eu não quero ninguém sem sorte trabalhando pra mim. Mais surpreendente é que ele só tirou 7,0. O Colégio Dom Bosco não conseguiu idealizar a mente brilhante deste sujeito. As pessoas a frente do seu tempo sempre são incompreendidas. Até a próxima. Começou a palhaça eleitoral…Mais um ano de eleição, e la vamos nós ter que ouvir esse bando de calhorda dizer ser o melhor para a nossa cidade.
Se lembram das ultimas eleições? A quantidade de candidatos bizarros?
Seria cômico, não fosse trágico. Agora vai começar tudo de novo. ou melhor, eu disse vai? Já começou. Eis aqui um legítimo candidato a vereador em Aracaju – Sergipe. Robin! Santa campanha eleitoral, batman. Macaco Tião e o Rinoceronte Cacareco ficariam com inveja. até apróxima. foto via Rafael Galvão. Nós que aqui estamos por vós esperamos.Eu tenho muito tempo ocioso normalmente, nas férias o “normalmente” se torna “tempo integral”. Aí eu fico vagando por sites, lendo artigos, baixando filmes, etc. Tudo que a internet nos proporciona.
Nessa de baixar filmes inéditos e rever filmes antigos, resolvi re-assistir um filme muito interessante chamado “Nós que aqui estamos por vós esperamos” (Marcelo Masagão – 1999). O filme é um relato de como foi o século XX, porém de uma forma diferente. O filme não tem locutor, não tem depoimentos, conta histórias reais e ficticias, não tem uma história linear, em certos momentos sequer trilha sonora ele tem. Mas era isso mesmo que o o diretor queria na tentativa de fazer um paralelo de como a morte é banalizada e, por consequencia, a vida também. Marcelo Mansagão explica como veio a iniciativa para o filme: ” Durante três anos estudei o século XX exaustivamente. No início de meus estudos, cheguei perto de uma crise de esquizofrenia. Só acalmei e consolei-me quando percebi que mais esquizofrênico que eu era o próprio século. Em nenhuma outra época histórica a dualidade CRIAÇÃO/DESTRUIÇÃO se manifestou de forma tão POTENCIALIZADA. Qual aspecto deste século discutir, se os assuntos são tão intrincados, contraditórios e difíceis de se compreender? Resolvi discutir um dos fatos que mais me chamam a atenção neste final de século. Comecei então a visitar cemitérios e imaginar pequenos recortes biográficos da vida de pessoas que eu não conhecia. Como por exemplo, que time de futebol torcia José da Silva que durante 40 anos trabalhou numa linha de produção de Veículos da Renault… Comecei a imaginar como esses detalhes de cada pessoa ali morta poderia conectar-se com os fatos históricos ou tendências comportamentais do século. Pensar também como, na maioria das vezes, os pequenos personagens não só avalizam como dão consistência singular ao discurso maluco dos grandes personagens. Apesar de falar muito da história do século, minha intenção não foi ser enciclopedista, professoral ou mesmo respeitar a linearidade temporal dos fatos. Tomei duas decisões importantes ao desenhar meu documentário: não coloquei nenhum dado estatístico e nenhum tipo de locução no documentário. O locutor é um personagem que geralmente ocupa o papel de ator principal na maioria dos documentários. É como se a realidade sempre necessitasse do aval da PALAVRA para ter legitimidade. Cada vez mais considero que a palavra em forma de fala é muito limitada e comunica muito pouco. O locutor parece querer sistematizar o buraco do não compreendido. Além do que o locutor adora vomitar dados estatísticos – e quando se fala de morte, a estatística vale pouco. Na morte, não interessa o milhar, mas a unidade-próxima. Ouvir notícias de milhares de mortos na Guerra da Bósnia, na fome africana ou no desastre de avião, parece sonorizar pouco e só acaba tendo dimensão real se o morto em alguma dessas catástrofes for meu parente ou amigo. Resolvi também tirar todo tipo de depoimento, pois sejam de grandes ou de pequenos personagens, os depoimentos parecem estar cada vez mais fadados ao espetáculo, ao ego mentirinha, a dizer pouco sobre nossa complexa e conturbada vida psíquica. Colocando só música, ruídos e silêncios, procurei não tapar o buraco do desconhecido, do não dito, do não que talvez seja o sim, ou, quem sabe, o talvez. ” ———————————————————- Eu, particularmente, acho que este é um daqueles filmes que tem de ser visto por todas as pessoas. É um filme reflexivo, que faz pensar como cada ser humano acaba por ser instrumentalizado e equiparado para ser uma engrenagem na sociedade. Existe o Soldado para ferir, o médico para tentar curar o ferido que o soldado causou e o coveiro para enterrar o ferido caso o medico não consiga salva-lo. A pessoa não importa, o que importa é a função dela. Mas esse bla bla bla todo eu não preciso dizer… basta apenas assistirem ao filme (que, por acaso, achei completo no youtube, porém dividido em partes) Parte 1:
para assistir ao resto do filme é só clicar nos links abaixo: PARTE 2 – PARTE 3 – PARTE 4 – PARTE 5 – PARTE 6 – PARTE 7 – PARTE 8 (final) Até a próxima. O Banner do Senado…Não costumo fazer isto, mas vou basicamente “copiar e colar” aqui o texto do blog Contraditoruim.
———————————— Não vou falar mal do Projeto do Azeredo para o Senado anunciar aqui e pagar R$48.000 POR MÊS. Eu não estou louco. Um banner como este aqui: Vale R$48.000,00 por MÊS. Todo homem tem seu preço e R$48K no banco me deixariam muito feliz. De onde veio isso? é o preço que o site www.paraiba.com.br cobrou, ou melhor, RECEBEU do Senado Federal, para expor o banner em sua homepage durante um ano. O contrato atual foi assinado 15/5/2008, mas não é o primeiro. Em 12/4/2007 assinaram um nos mesmos termos, mas custando apenas R$40.000,00 POR MÊS. Pelo visto os custos de manter sites online aumentaram bastante. Pena que não comunicaram ao Bluehost ou ao MediaTemple, onde tenho um servidor dedicado virtual de alta performance por US$500,00 por ano. Vejam vocês mesmos: Duvida? Photoshop? Os links estão aqui, para o primeiro contrato e o contrato atual. Porem, em uma tentativa vã de apagar o passado no melhor estilo Orwelliano, alguém alterou o contrato removendo o termo “MENSAL” dos contratos. Mas o Cache do Google mantém os dados da página antiga. Curioso é que o tal site é irrelevante. Segundo o Alexa ocupa uma posição de 208.667 no ranking. Se for comparar com outro site qualquer -o uninuni, por exemplo- que ocupa a posição 184.776 entre os sites mais vistos na Internet Mundial, a situação que já cheira mal passa a feder descaradamente. Vejam a diferença: Notem que nem me dei ao trabalho de comparar com sites de verdade como o UOL, Folha, MeioBit, Estadão. Basta um reles blog para mostrar o quanto essa negociação cheira mal. Definitivamente este país é uma VERGONHA. O Blog de Aluguel deu uma pesquisada e descobriu que a empresa responsável pelo domínio paraiba.com.br também é responsável por: domínio: correspondentejuridico.com.br Tirem suas próprias conclusões. Via Contraditorium (com adaptações uninunescas) —————————— Só para complementar. Se você não sabe quem é Efraim Moraes, ele é filiado aos Democratas (Ex-PFL… que é Ex- Arena, partido que era único na dtadura militar, não que isso tenha importância) e senador pelo estado da Paraíba (dã) e é o atual 1º secretário do Senad. Sugeriu, em 2005, uma Emenda à Constituição sobre a publicidade das instituições públicas, que limita a publicidade oficial ligada à personalidades públicas. O mais irônico é que, na justificativa do projeto, está escrito o que segue: “Não deixa de ser revoltante a utilização de escassos recursos públicos em tal finalidade, em um país com tantas carências. A cada ano, aumenta o volume financeiro aplicado em ações de propaganda para divulgar as ações tomadas por diversas administrações, supostamente em favor da sociedade. Por certo, maior benefício social seria auferido se tais somas fossem diretamente aplicadas em serviços públicos essenciais como justiça, segurança, saúde e educação. Pior do que isso, todavia, é ver, como demonstram os escândalos recentes, que os contratos de publicidade são instrumentos utilizados para transferir benesses indevidas aos protegidos dos poderosos de plantão, para acobertar as transações – as mais escusas – entre agentes públicos e privados, drenando recursos públicos escassos que poderiam ter uso mais nobre.” Foi desmascarado pelos internautas e pelo Google. Viva a inclusão digital. Até a próxima. Eu não sei parar de te olhar!Eu particularmente acho “Closer” um dos filmes mais legais sobre relacionamento que já foi feito. É um filme onde as relações são tratadas de forma crua, um filme onde é mostrado apenas os momentos mais perigosos dos relacionamentos, sem enrolação, sem tornar mais branda a linguagem do filme em nenhum momento, nenhuma cena de casamento, nenhum “e viveram felizes para sempre”, nada.
Tudo isso, aliás, sendo conduzido ao som de uma das músicas mais tocantes que eu ouvi nos ultimos tempos: “Can’t take my eyes off you“. Aí vem a Ana Carolina, pega essa pérola, joga aos porcos, e transforma em “Eu não sei parar de te olhar”. Eu comparo essa versão dela a quando a Banda Nenhum de Nós pegou “Starman” do David Bowie e transformou em “Astronauta de Mármore”… ficou uma coisa bem nada a ver, mas muita gente gostou. Compare: Starman – David Bowie Astronauta de mármore – Nenhum de nós Mas enfim, porque esse “bla bla bla” todo? É porque eu sei, do fundo da minha alma, que ninguem vai encarar a música da Ana carolina a sério depois de assistir a isto: Sem mais, Até a próxima. |
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