Categoria Devaneios

Mas hein?


Sabe, eu sempre achei meio estranho escrever para os outros, nem que seja algum resumo de qualquer cassino online que aparece por ai, pagando para aparecer.

Esses dias eu escrevi algo, sim algo, não foi bom, nem foi ruim, simplesmente escrevi, era o que eu pensava, e que se foda o resto, certo?

Errado!

A blogosfera não quer saber a tua opinião, muito pelo contrario, a tua opinião é a ultima coisa que ela quer saber.

A blogosfera quer links transados e super-legais sobre qualquer merda, mas enfim, ela definitivamente não quer saber o que você pensa.

No meu tempo (a muito tempo atrás) o negócio era escrever, falar o que pensa, encher paginas e paginas de besteira e se alguém estivesse afim, muito que bem, LEIA, caso contrario, foda-se.

Nós vermes blogueiros viramos putinhas de acesso, “faça o que quiser, contando que a galera leia”

Sim, e se a “galera” não ler? choro?

QUE SE FODA!!!!!

Eu sempre adorei o esquema de blogs pelo seguinte: Eu escrevo, vc lê…

Simples e facil.

Pra mim sempre foi assim…

Ou não?

Real, ninguem quer saber o que você pensa… Ninguem quer saber o que você sabe. ninguem quer saber de nada, basta socar links transados sobre qualquer merda e pronto, está feita a festa.

Esse post vai especialmente para um leitor nosso que teve a bondade de meter pau quando eu larguei o verbo aqui, dizendo que o texto não fazia o estilo do blog.. Precisa ter estilo? Qual é realmente o ponto de ter a porra de um blog que 2000 pessoas leem por dia, se você não poder falar o que você pensa?

Estamos fadados a viver de retardados que querem saber sobre as mensagens subliminares da Disney e outros retardados que querem saber como cancelar os serviços da Dada.net.

FODAM-SE TODOS ELES!

No final das contas só posso dizer que eu… eu… eu penso que…. que.. eu penso que… eu realmente penso que? Eu penso que…

Nada penso, logo existo….

Faça elevar… o cosmo no seu coração


Esses dias estávamos lá na casa do MalKav tomando aquela cervejinha e viajando sobre a vida, quando do nada, eu e ele lembramos de uma música muito famosa que rolou a um bom tempo atrás, que todo homem na casa dos 20 e poucos deveria se lembrar e cantar empolgado, foi praticamente um hino.

Sim, tudo começava com alguns malucos correndo enquanto uma caixa se abria ao fundo…

Se você tem 20 e poucos e teve uma infancia você já sabe do que eu estou falando.

Para você que não teve infancia essa é a abertura brasuca do Saint Seya, um anime mundialmente famoso, que aqui no Brasil é conhecido como Cavaleiros do Zodiaco.

Agora, aproveitando o embalo, vamos colocar outra abertura aqui que marcou a vida de muita gente, ainda passa na globo, então, até os mais novos devem estar familiarizados com a canção.

Isso mesmo, a saga de Goku e seus amigos, filhos, sobrinhos e os caralho marcou a vida de muita gente, quem foi o guri que nunca quis fechar os punhos, e virar um super sayajin?

Nostalgia amigos, nostalgia…

Nós que aqui estamos por vós esperamos.


Eu tenho muito tempo ocioso normalmente, nas férias o “normalmente” se torna “tempo integral”. Aí eu fico vagando por sites, lendo artigos, baixando filmes, etc. Tudo que a internet nos proporciona.

Nessa de baixar filmes inéditos e rever filmes antigos, resolvi re-assistir um filme muito interessante chamado “Nós que aqui estamos por vós esperamos” (Marcelo Masagão – 1999).

O filme é um relato de como foi o século XX, porém de uma forma diferente. O filme não tem locutor, não tem depoimentos, conta histórias reais e ficticias, não tem uma história linear, em certos momentos sequer trilha sonora ele tem. Mas era isso mesmo que o o diretor queria na tentativa de fazer um paralelo de como a morte é banalizada e, por consequencia, a vida também.

Marcelo Mansagão explica como veio a iniciativa para o filme:

Durante três anos estudei o século XX exaustivamente. No início de meus estudos, cheguei perto de uma crise de esquizofrenia. Só acalmei e consolei-me quando percebi que mais esquizofrênico que eu era o próprio século. Em nenhuma outra época histórica a dualidade CRIAÇÃO/DESTRUIÇÃO se manifestou de forma tão POTENCIALIZADA. Qual aspecto deste século discutir, se os assuntos são tão intrincados, contraditórios e difíceis de se compreender?

Resolvi discutir um dos fatos que mais me chamam a atenção neste final de século.

Comecei então a visitar cemitérios e imaginar pequenos recortes biográficos da vida de pessoas que eu não conhecia. Como por exemplo, que time de futebol torcia José da Silva que durante 40 anos trabalhou numa linha de produção de Veículos da Renault…

Comecei a imaginar como esses detalhes de cada pessoa ali morta poderia conectar-se com os fatos históricos ou tendências comportamentais do século.

Pensar também como, na maioria das vezes, os pequenos personagens não só avalizam como dão consistência singular ao discurso maluco dos grandes personagens.

Apesar de falar muito da história do século, minha intenção não foi ser enciclopedista, professoral ou mesmo respeitar a linearidade temporal dos fatos.

Tomei duas decisões importantes ao desenhar meu documentário: não coloquei nenhum dado estatístico e nenhum tipo de locução no documentário.

O locutor é um personagem que geralmente ocupa o papel de ator principal na maioria dos documentários. É como se a realidade sempre necessitasse do aval da PALAVRA para ter legitimidade. Cada vez mais considero que a palavra em forma de fala é muito limitada e comunica muito pouco.

O locutor parece querer sistematizar o buraco do não compreendido.

Além do que o locutor adora vomitar dados estatísticos – e quando se fala de morte, a estatística vale pouco. Na morte, não interessa o milhar, mas a unidade-próxima. Ouvir notícias de milhares de mortos na Guerra da Bósnia, na fome africana ou no desastre de avião, parece sonorizar pouco e só acaba tendo dimensão real se o morto em alguma dessas catástrofes for meu parente ou amigo.

Resolvi também tirar todo tipo de depoimento, pois sejam de grandes ou de pequenos personagens, os depoimentos parecem estar cada vez mais fadados ao espetáculo, ao ego mentirinha, a dizer pouco sobre nossa complexa e conturbada vida psíquica.

Colocando só música, ruídos e silêncios, procurei não tapar o buraco do desconhecido, do não dito, do não que talvez seja o sim, ou, quem sabe, o talvez.

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Eu, particularmente, acho que este é um daqueles filmes que tem de ser visto por todas as pessoas. É um filme reflexivo, que faz pensar como cada ser humano acaba por ser instrumentalizado e equiparado para ser uma engrenagem na sociedade.

Existe o Soldado para ferir, o médico para tentar curar o ferido que o soldado causou e o coveiro para enterrar o ferido caso o medico não consiga salva-lo. A pessoa não importa, o que importa é a função dela.

Mas esse bla bla bla todo eu não preciso dizer… basta apenas assistirem ao filme (que, por acaso, achei completo no youtube, porém dividido em partes)

Parte 1:

http://www.youtube.com/watch?v=Lwl_CdjW3sw

para assistir ao resto do filme é só clicar nos links abaixo:

PARTE 2PARTE 3PARTE 4PARTE 5PARTE 6PARTE 7PARTE 8 (final)

Até a próxima.

Eu não sei parar de te olhar!


Eu particularmente acho “Closer” um dos filmes mais legais sobre relacionamento que já foi feito. É um filme onde as relações são tratadas de forma crua, um filme onde é mostrado apenas os momentos mais perigosos dos relacionamentos, sem enrolação, sem tornar mais branda a linguagem do filme em nenhum momento, nenhuma cena de casamento, nenhum “e viveram felizes para sempre”, nada.

Tudo isso, aliás, sendo conduzido ao som de uma das músicas mais tocantes que eu ouvi nos ultimos tempos: “Can’t take my eyes off you“.

Aí vem a Ana Carolina, pega essa pérola, joga aos porcos, e transforma em “Eu não sei parar de te olhar”.

Eu comparo essa versão dela a quando a Banda Nenhum de Nós pegou “Starman” do David Bowie e transformou em “Astronauta de Mármore”… ficou uma coisa bem nada a ver, mas muita gente gostou.

Compare:

Starman – David Bowie

Astronauta de mármore – Nenhum de nós

Mas enfim, porque esse “bla bla bla” todo? É porque eu sei, do fundo da minha alma, que ninguem vai encarar a música da Ana carolina a sério depois de assistir a isto:

Sem mais,

Até a próxima.

Piloto morre após grave acidente nos dragsters americanos


Scott Kalitta, de 46 anos, morreu após o carro explodir e bater no muro de proteção no fim da pista, a cerca de 480 km/h em Englishtown. A prova valia pelo campeonato americano de arrancadas (NHRA)

Via Esporte e Motor.

Talvez isso não tenha a menor importância, mas eu acho uma tristeza quem diz que “automobilismo não é esporte”. Certamente quem diz isso nunca parou para analisar alguma categoria de automobilismo.

Pode-se dizer, é verdade, que é o carro que faz tudo, que o piloto só pilota, que tudo depende da máquina. Porém, eu discordo completamente e explicarei o porquê.

No hipismo, quem faz o esforço para pular é o cavalo, não é(não é bem assim, mas é quase isso)? No xadrez o esforço é unicamente mental. No levantamento de peso, o esforço é puramente físico. Todos os três são considerados esporte.

Então, como uma modalidade que engloba as três coisas não pode ser considerada esporte? Um piloto de corrida tem de ter um preparo físico impecável para aguentar por duas horas todas as forças físicas que agem sobre ele e sobre o carro que pilota o que faz com que pliotos, em média, percam até 3kg por corrida. Tudo isso tendo que pilotar constatemente em alta velocidade sem poder perder a concentração onde, se isso acontecer, pode ocasionar na morte do mesmo e/ou de outros pilotos e ainda assim sentir como está o andamento do carro, tudo isso por duas horas seguidas.

Isso é muito mais esforço do que qualquer futebolista, Enxadrista, Tenista ou qualquer outro esportista tem de aguentar.

É um esporte onde se corre sempre um risco de vida e muito caro, porém é esporte. E convenhamos, é um esporte muito mais legal do que o alpinismo, que o cara vai lá… sobe o aconcagua e depois… desce.

Eu não entendo Alpinismo!

Até a próxima.

Sobre furtos no Rio…


Nós do UNINUNI não costumamos localizar aquilo que nós falamos. Tentamos ser meio abrangentes.

Mas hoje, como representante UNINUNI nas terras da guanabra, vou comentar sobre uma coisa que notei ultimamente nos jornais.

Primeiro roubaram os óculos do Drummond. Alias, roubaram DUAS VEZES!

“My eyes! I´m BLIND! I´m BLIND!”

Cada reposição custa à prefeitura R$ 3 mil.

Aí, depois, roubaram a placa de Bronze da estátua do Bellini, que fica em frente ao Maracanã.

“A taça do mundo ainda é nossa, só levaram a placa… dessa vez.”

E, agora, conseguiram levar um candelabro de bronze, que pesava 200kg e tinha dois metros de altura, no Leblon.

“Há! esse aqui eu duvido alguém levar… cadê?”

Se continuar neste ritmo, semana que vem vão levar um dos bondinhos de Santa Tereza…

Ou quem saber os cabos de aço do Pão de Açucar.

Sorte do Cristo Redentor ele ser feito de Pedra-sabão… porque se não…

“Ufa! Dessa eu escapei…”

Seria cômico, se não fosse trágico.

Mas patrimônio público é de ninguém, não é?

Até a próxima.

Snakes on the bus


Sabe, o povo brasileiro tem talento para ser gado, imagine você que, sei la, 99,99999% da população brasileira está completamente descontente com:

1-Serviço de transporte público.

2-Serviço bancário

3- ___________________________(Preencha com o serviço público desejado)

É incrivel isso, você vai no banco, tem aquela fila gigantesca e todos reclamam baixinho sobre o fato de ser um absurdo ter apenas um caixa para atender aquela gente toda, que o serviço está uma bosta e tudo mais, mas você não vê ninguem chegar lá chutando o pau da barraca e gritando “CHAMA O GERENTE DESSA PORRA QUE EU TENHO UMA RECLAMAÇÃO”.

Os putos que atendem também são dignos de pena, eles se acham as vitimas e tem sempre em mente que ELES estão fazendo um favor a VOCÊ cliente, então, lógicamente você não tem direito nenhum a reclamar sobre porra nenhuma, é como direitos de estágiario “Tem 2 direitos, o primeiro é não ter direito, o segundo é não reclamar do direito que tem.”. E pronto, está formado o circo do cotidiano nas cidades, a gente finge que reclama e eles fingem que ignoram, e assim, bola pra frente, até….

Galera reunida para assistir o jogo do mengão

Até que alguém com um espírito de porco apurado resolve abrir a boca e falar o que todos pensam, vou contar um “causo” que aconteceu comigo hoje pela manhã.

8:30 da manhã, estou atrasado, as 8 horas deveria ter ido no centro entregar uns documentos urgentes para a advogada da minha mãe, mas como murphy não perdoa, o despertador não tocou, eu acordei sabe deus como, milagre provavelmente, por que tinha ido dormir as 4:30, enfim, acordei, olhei o relógio, mandei um “puta que pariu”, vesti a primeira coisa que apareceu e sai voando de casa. Chego na parada do ônibus e lá fico, 10, 20 minutos depois chega o ônibus, e…passa reto, o filho da puta fez um sinal escroto e passou batido, ainda dei uma procurada no chão para ver se tinha algo jogavel no buzão, mas nada feito, o jeito é esperar o proximo.

Trinta minutos depois vem outro buzão, lotadão, daqueles que a galera fica com o rosto encostado no vidro da porta de tão apertado, subi, fui abrindo caminho até chegar no cobrador e passar para a parte de trás do buzo, quando chego lá mando um “Pô, teu colega passou batido aqui hein, sacanagem do cara”, sabe o que ele disse? Ele teve a coragem de mandar um “Não gostou desce e pega um taxi!”, meu irmão, eu não gosto de barraco nem sou barraqueiro, mas dessa vez o sangue foi direto para os olhos, comecei a esculachar o maluco enumerando os defeitos do serviço deles, como eles transportam gente como gado, todo aquele blábláblá que todo mundo pensa mas ninguém fala, encerrei dizendo que quem paga o salário dele era EU, e ainda tinha a cara de pau de cobrar caro por aquele servicinho de merda, dei uma porrada no balcãozinho do cara, virei as costas e continuei a andar para a traseira do ônibus.

Restaurante popular lá no centro

Veja bem, a reação normal das pessoas nessa hora seria de todos ficarem horrorizados, cochichando uns com os outros e dizendo algo do tipo “é, o cara ali ta certo”, mas para a minha surpresa não foi isso que aconteceu, logo depois de eu ter falado um magrão ali do lado mandou um “ÉÉÉÉ!!!” e começou a chingar o cobrador, logo mais umas cinco pessoas seguiram e em questão de 20 segundos, metade do buzão tava metendo o pau no cobrador.

Confesso que na hora senti uma ponta de orgulho, incitando a díscordia e abrindo caminho para o povo desabafar. Sério, na hora me deu vontade de parar, virar, botar as duas mãos na cintura como em pose de super-herói e gritar “E lembrem-se crianças, O PODER É DE VOCÊS!” e logo depois me atirar pela janela, digo, sair voando, mas como meus poderes não estão funcionando agora, tive que me contentar em ficar anônimo na traseira do ônibus.

Enfim, a turma do deixa disso se meteu, a discussão parou e a viagem seguiu, quando fui descer no meu ponto, desceram mais umas 3 mulheres junto, eis que fora do buzo uma olha pra outra e manda…”Rsrsrs você viu amiga? Quase LICHARAM o cobrador!”

Puta que PARIU!ÊÊÊêêê ôôÔÔôô VIDA DE GADO!

Adeus a Jamelão


Se Chico Buarque está para a Mangueria como Senna está para o Brasil, Jamelão era Pelé. Hoje, infelizmente ele partiu dessa para melhor, como todos nós um dia faremos.

Já dizia o própio Chico que “Jamelão era o melhor mau-humor do Brasil” devido ao modo sempre ranzinza que ele tratava a vida e as coisas.

Aqui estão alguns momentos célebres de quando ele estava no auge de sua “ranzinzisse”:

  • “Tirar a roupa é bom, mas tirar foto não.”
  • “Sai pra lá minha filha, que negócio é esse? Tá pensando que eu sou pai-de-santo?” – Depois de uma senhora beijar sua mão.
  • “Não! Não sei onde você andou com essa boca!” – para uma fã que quis lhe beijar na bochecha
  • “Nem posso tomar um goró, o médico proibiu. Me mandou tomar água. Mesmo com o mundo caindo lá fora, com São Paulo se afogando e morros se desfazendo de tanta água. Mas isso vai passar. Em fevereiro, não haverá doutor que me segure. Vou mergulhar…” – Queixou-se ele, com copo na mão, numa quarta-feira de chuva forte.
  • “Não sou puxador de samba, sou intérprete. Puxador é quem fuma maconha ou rouba carro”
  • quando, ao ser perguntado pelo jornalista, porquê o sambista vivia de cara fechada e nunca ria, respondeu: “Rir de quê?”


  • “Antigamente se fazia um samba mais cadenciado, hoje a bateria sai tuc-tuc-tuc. Parece até uma parada militar. Todo mundo marchando: desfile militar de samba”

Ele é de outros carnavais (literalmente) quando carnaval era uma coisa legal, com bons sambas enredos… nada de rimar “união” com “diversão” com “pão” e achar que está fazendo música.

Carnaval hoje é uma porcaria pra se ganhar dinheiro e passar na Globo. Não à toa os grandes nomes, como Paulinho da Viola, nem participam mais do carnaval.

Fora que os sambas de hoje parecem ser ligados numa tomada 220v… sem melodia.

Dá pra notar bem isso se a gente pegar o samba enredo de 82 da União da Ilha que foi reeditado em 2008:

É hoje – 1982

É hoje – 2008

É triste ver toda a cultura, seja popular ou não, ficar instrumentalizada e ser usada apenas como mais uma forma de se conseguir uns troquinhos.

O que me faz lembrar, inclusive, outro vídeo:

“Ou seja: Power Rangers!”

Descanse em paz, grande Jamelão, e não se preocupe que o Samba agoniza, mas não morre jamais.

Como dizem: Malandro não pára…. Malandro dá um tempo.

Até a próxima.

“Passinho do Michael Jackson”


Eu não gosto de Funk

Aliás, nenhum de nós aqui do UNINUNI gosta até onde eu sei.

Você já viu um discurso cultural de funkeiro?

então veja:

isso tem que ser transformado em patrimônio cultural…

aí vem gente me dizer: Mas funk é um movimento das massas… é do povão!

E aí eu respondo: Não é porque uma maioria gosta que é bom. 200 milhões de moscas comem côco… então, pela lógica das massas… côco é bom… não é?

Vão comer então!

Até a próxima.

Nicholas White pt.2


Pessoas,

Devido ao falecimento do meu pc… não tenho postado muito, mas ao encontrar esse video, fui obrigado a postar…

Depois do caso Nicholas White, vadiando pela net encontrei algo semelhante… só q meio q uma paródia…

Um coitado, com uma tremenda diarréia resolve pegar o elevador…

e acaba ficando preso

Já dá pra imaginar a merda que vai dar né…

 PS: Se não rodar é porque vc precisa do Flash player

 

Acho que se tiver processo dessa vez vai ser contra o cara…

Que grande merda [literalmente]. ;D